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Eleições AIP

Sexta, 18 Março 2011

AIP CCI 

 

Prioridade às PME, ao aumento das exportações e ao papel das Associações Empresariais Regionais

A melhoria da capacidade de gestão, o aumento da competitividade das PME, a dinamização da inovação empresarial, a valorização da capacidade associativa regional, a alteração do peso das actividades transaccionáveis na estrutura produtiva e a mobilização empresarial para a exportação são as principais linhas de força do Programa apresentado pelos novos órgãos sociais da AIP-CCI, eleitos no passado dia 03 de Março, em Lisboa e nas suas doze delegações regionais.

O novo modelo de governação da AIP-CCI para o próximo quadriénio, hoje sufragado, é constituído pelo Conselho Geral, liderado por Jorge Rocha de Matos, e Direcção, presidida por José Eduardo Carvalho. Trata-se do modelo considerado mais adequado para o inicio de um processo de transição resultante do reordenamento do movimento associativo nacional, nomeadamente a criação da CIP - Confederação Empresarial de Portugal, um desígnio do associativismo empresarial pelo qual Jorge Rocha de Matos pugnou durante mais de vinte e cinco anos.

Dos novos órgãos sociais eleitos da AIP-CCI, faz parte como membro do Conselho Geral, o Presidente da Direcção do NERA, Dr. Vítor Neto, que ocupa também o cargo de Vice-Presidente da Direcção da AIP-CCI.

A nova governação, no quadro associativo acordado no programa de candidatura, aprofunda o papel que as Associações Empresariais Regionais (AER) irão desempenhar, propondo-se a AIP-CCI estabelecer com elas uma rede de conhecimento e inovação, formando para o efeito agentes de inovação, e executar uma estratégia que permita uma maior acessibilidade dessas associações e empresas aos pólos tecnológicos regionais, constituídos através de parcerias com as universidades, institutos politécnicos, centros tecnológicos, laboratórios do Estado e outras instituições públicas e privadas.

A melhoria da capacidade de gestão e o aumento da competitividade das PME será fomentada através da concepção e desenvolvimento de projectos nas áreas da cooperação empresarial, redimensionamento empresarial, internacionalização, qualificação de empresários e quadros, inovação e desenvolvimento tecnológico, empreendedorismo, financiamento e aumento da capacidade exportadora. No que respeita ao empreendedorismo, a AIP propõe-se, em conjunto com a CIP e as AER, dinamizar no sistema de ensino, o culto dos valores empresariais e da civilidade.

A alteração do peso das actividades transaccionáveis na estrutura produtiva e a mobilização empresarial para a exportação e internacionalização, aumentando o peso das exportações do PIB, para valores acima de 40%, será outro dos objectivos a prosseguir. É um desígnio nacional que obriga a AIP-CCI a colocá-lo no centro da sua actividade e nas suas preocupações operacionais. A posição vai ser de claro e inequívoco apoio à necessidade de rotura com o modelo dominante de favorecimento e protecção de uma economia dual, na qual sectores e empresas desenvolvem actividade em áreas privilegiadas – não expostas à concorrência internacional - e que tem provocado consequências nefastas no resto da estrutura empresarial portuguesa. Ainda neste domínio a AIP-CCI defende no seu programa de acção que as actividades relacionadas com bens e serviços transaccionáveis têm de constituir a base de incidência das principais exigências de proposta de política fiscal, de forma a provocar a dinamização das exportações.

 

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