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nerainforma n.º 126, novembro 2020

Nº Boletim 126 Data Outubro 2020
Ficheiro(s):

 

CRISE

UMA CERTEZA:

NINGUÉM SABE QUANDO ACABA

SABEMOS O QUE FAZER!

Presidente Site

Dizia-se que «o pior já passou». Afinal parece que «ainda está para vir».
Ainda não saímos da «2.ªvaga» e já se fala de uma «3.ª».
Aumenta o número de casos e anunciam-se novas medidas restritivas por essa Europa fora…
Os Governos - incluindo o nosso - demonstram incerteza sobre a evolução da Pandemia e atuam de forma errática, com sucessivos avanços e recuos.

Os Empresários do nosso país - para além das incertezas sobre a evolução da Pandemia - veem com preocupação decisões sobre as medidas de combate ao CODIV 19, sucessivamente alteradas e nalguns casos até eliminadas.
Ao mesmo tempo, no plano político, não deixa de ser muito preocupante que a Pandemia se tenha transformado num palco de confrontação, num momento tão grave de crise económica e social que estamos a viver, em que seria espectável uma postura de responsabilidade. O país não percebe.
Tudo isto num quadro em que se alargam as consequências negativas da Pandemia a novos setores da economia, tendo todos razão na denuncia das penalizações económicas e sociais e nos apelos à ajuda do Estado.

Nós empresários não podemos viver de ilusões, sobretudo num quadro em que muitas vezes nos sentimos sozinhos.
Não nos resta mais que continuar a cerrar fileiras e reforçar a vontade de luta.

Como pode evoluir a situação?
Com frieza podemos dizer que neste momento existem duas hipóteses.
Primeira e mais provável: tudo aponta para que o atual quadro de crise se vá manter ainda durante alguns meses (Europa, Portugal). Ninguém sabe quando se altera. Não é de excluir que possa até agravar-se.
Segunda: considera-se que pode ter efeito positivo (até psicológico) a anunciada vacina, se aos progressos no controlo da Pandemia na Europa, se associar o arranque de sua utilização massiva. E que este quadro poderia influenciar positivamente, na Primavera de 2021, o arranque de alguma retoma económica e constituir um estímulo à mobilidade dos cidadãos na Europa, com impacto no Turismo. É considerada por importantes atores da economia internacional uma hipótese possível.

A nós empresários, perante este panorama, atentos à evolução dos acontecimentos, não nos resta mais que manter a nossa postura de resistência e de defesa das nossas empresas em condições extremamente difíceis.

O NERA, por sua vez, continuará a agir, desde logo com as associações empresariais regionais e com os nossos parceiros da CIP – confederação Empresarial de Portugal (membros influentes da Concertação Social) – para que o Governo tome medidas que sejam eficazes e simples – e algumas vezes não o têm sido – que possam ajudar as empresas a manter-se com atividade, para que possam também responder às suas responsabilidades sociais.
Medidas de apoio financeiro e de apoio a custos sociais, de fácil acesso e adequadas ao tecido empresarial, sobretudo as pequenas e médias empresas.

Nós empresários do Algarve não vamos abaixar os braços.
Com coragem e determinação vamos continuar no terreno de batalha!

 

 

 Vítor Neto

Presidente da Direção do NERA 

 
 


 

NERA | CONSULTORIA E FORMAÇÃO FINANCIADA DIRIGIDA ÀS PME DO ALGARVE

Formação Ação - site

O NERA encontra-se a desenvolver um Programa de Formação-Ação destinado a 78 PME's do Algarve, cujo arranque das primeiras 40 empresas já ocorreu.

Trata-se de um Projeto realizado com recurso à metodologia de formação-ação, que visa a melhoria do desempenho das PME enquadradas nos setores identificados na Estratégia de Especialização Inteligente do Algarve – RIS 3:

- Turismo e Lazer
- Mar, Pescas e Aquicultura
- Agroalimentar, Agrotransformação, Floresta e Biotecnologia Verde
- Ciências de Vida, Saúde, Bem Estar e Recuperação
- TIC e Industrias Culturais e Criativas
- Energias Renováveis

Entidades beneficiárias
Micro, pequenas e médias Empresas, produtoras de bens ou serviços transacionáveis e/ou internacionalizáveis ou que contribuam para a cadeia de valor dos mesmos.

Metodologia de Intervenção
A formação-ação é uma intervenção com aprendizagem em contexto organizacional e que mobiliza e internaliza competências com vista à persecução de resultados suportados por uma determinada estratégia de mudança empresarial. esta metodologia implica a mobilização em alternância das vertentes de formação (em sala) e de consultoria (on the job) e, como tal, permite atuar a dois níveis:

- Ao nível dos formandos: procura desenvolver competências nas diferentes áreas de gestão, dando resposta às necessidades de formação existentes;
- Ao nível da empresa: procura aumentar a produtividade, a capacidade competitiva e a introdução de processos de mudança/inovação nas empresas.

Para obter mais informações sobre este Programa de Formação-Ação envie-nos a sua Manifestação de Interesse através do Formulário que se encontra em www.nera.pt ou entre em contacto connosco através:

Gabinete de Formação
Telefone: 289 41 51 51
Telemóvel: 965817608
E-mail: gfo@nera.pt

  


 

FORMAÇÃO NÃO FINANCIADA PARA EMPREGADOS E DESEMPREGADOS

nera formacao

O NERA – Associação Empresarial da Região do Algarve, com o objetivo de melhorar a empregabilidade da população (empregados e desempregados), através do desenvolvimento de competências para o mercado de trabalho, encontra-se a promover, para o mês de dezembro, em formato ONLINE e PRESENCIAL, várias ações de formação profissional:

         Online:

  • Gestão Financeira em Excel
  • Língua Francesa Aplicada aos Negócios
  • Primeiros Socorros
  • Negoiação Comercial: Técnicas, Estratégias e Táticas
  • Sistema Integrado de Recursos Humanos
  • Marketing nas Redes Sociais 
  • Língua Inglesa Aplicada aos Negócios

Poderá consultar o Plano de Formação e efetuar a sua inscrição nas várias Ações de Formação, acedendo à opção “Formação Profissional – Formação não Financiada”, em https://www.nera.pt/formacao-profissional/formacao-nao-financiada ou então poderá contactar o Gabinete de Formação do NERA através dos seguintes contactos:

Tel.: 289 415 151
E-mail: gfo@nera.pt

  


 

ENCONTROS SETORIAIS DE EMPRESAS DO SETOR AGROALIMENTAR E DE TURISMO GASTRONÓMICO DO ALGARVE

Encontros Setoriais Agroalimentar 

Completou-se no passado dia 26 de novembro o ciclo de três Encontros Setoriais de Empresas do Setor Agroalimentar e de Turismo Gastronómico do Algarve, coorganizados pelo NERA, pela Odiana, e pela Câmara Municipal de Loulé, no âmbito do Projeto INTERPYME.

Apesar da grande maioria dos empresários dos referidos setores terem participado nestes Encontros por videoconferência, sublinha-se a participação de alguns empresários algarvios que optaram por assistir presencialmente a esta iniciativa, quer nas instalações do NERA, em Loulé, quer nas instalações da Odiana, em Castro Marim.

No decorrer destes Encontros foi possível apresentar o Projeto INTERPYME, mais concretamente as diferentes atividades que o mesmo prevê, bem como os benefícios que as empresas do Algarve ligadas ao Setor Agroalimentar e Turismo Gastronómico podem retirar da participação no mesmo.

Cooperar, capacitar e internacionalizar através de um serviço especializado de consultoria onde estão contemplados workshops, sessões de capacitação, participação em feiras e missões comerciais, bem como o desenvolvimento de planos de internacionalização para as empresas, são alguns exemplos de atividades previstas.

De resto, o enfoque deste Projeto passa pela melhoria da competitividade das PME facilitando o acesso aos mercados locais da Eurorregião, ao financiamento para projetos de investimento, à promoção de produtos e serviços e ao processo de internacionalização.

Importa referir que o Projeto INTERPYME– Plataforma para Internacionalização das PME do Algarve e das Províncias de Cádiz e Huelva é uma iniciativa de cooperação cofinanciada pelo Programa Interreg V-A Espanha-Portugal 2014-2020 (POCTEP).

A parceria deste Projeto conta com a Diputación de Cádiz, através do Instituto de Empleo y Desarrollo Socioeconómico y Tecnológico (IEDT), com a Confederación de Empresarios de la Provincia de Cádiz, o CEEI Bahía de Cádiz, a Universidade de Cádiz, a Cámara de Comercio de Jerez de la Frontera, a Diputación de Huelva, o Município de Loulé, o NERA – Associação Empresarial da Região do Algarve e a Associação Odiana.

Para obter mais informações e adesões: www.nera.pt

  


  

CONSELHO REGIONAL ELEGEU COMISSÃO PERMANENTE E REPRESENTANTE DO ALGARVE NO CES

 

O Conselho Regional do Algarve aprovou, na reunião que decorreu ontem, dia 27 de outubro, a nova composição da respetiva Comissão Permanente e os representantes do Algarve no Conselho Económico e Social (CES).

A eleição da Comissão Permanente do Conselho Regional decorreu da necessidade de substituição de membros, dado o falecimento do anterior Presidente da Câmara Municipal de Albufeira, Carlos Silva e Sousa, que detinha o cargo de Vice-Presidente, bem como da cessação de funções da ex-Presidente da Câmara Municipal de Lagos, Joaquina Matos, e do ex-Presidente da ACRAL, Sr. Vítor Guerreiro.

O Conselho Regional do Algarve é o órgão consultivo da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve (CCDR Algarve) representativo dos vários interesses e entidades relevantes para a prossecução dos seus fins, sendo presidido por Vítor Aleixo (Presidente da Câmara Municipal de Loulé), e é integrado pelos presidentes das câmaras municipais e dois representantes das freguesias e cerca de uma vintena de instituições do tecido económico e social da região, podendo participar todos os membros do Conselho de Coordenação Intesetorial, embora sem direito a voto.

Aprovada por maioria, a nova Comissão Permanente é composta pelo Presidente da Câmara Municipal de Loulé, Vítor Aleixo, que preside a este órgão, pelo Presidente da Câmara Municipal de Albufeira, José Carlos Rolo, com as funções de Vice Presidente, e por Ana Paula Martins (Presidente da Câmara Municipal de Tavira), Rogério Bacalhau (Presidente da Câmara Municipal de Faro), Osvaldo Gonçalves (Presidente da Câmara Municipal de Alcoutim), Vítor Neto (Presidente do NERA – Associação Empresarial do Algarve) e Paulo Alentejano (Presidente da ACRAL – Associação de Comércio e Serviços do Algarve), que ocupam as posições de Vogais.

A eleição de representantes no Conselho Económico e Social, que decorre da Lei n.º 108/91 de 17 de agosto, traduziu-se na designação de Luís Encarnação, Presidente da Câmara Municipal de Lagoa, como membro efetivo, e de Augusto Amaral, Presidente da Câmara Municipal de Castro Marim, como membro suplente, sendo a mesma igualmente aprovada por maioria.

No final dos trabalhos, o Presidente do Conselho Consultivo propôs um Voto de Louvor ao Presidente da CCDR Algarve, Francisco Serra, sublinhando a sua entrega à causa pública, capacidade de diálogo e empenhamento na criação de pontes entre os serviços públicos e a sociedade civil ao longo dos quatro anos e meio do seu mandato, o qual foi aprovado por unanimidade.

 


 

PUBLICADAS EM DIÁRIO DA REPÚBLICA AS LINHAS ORIENTADORAS DA PROGRAMAÇÃO DOS FUNDOS COMUNITÁRIOS 2021-2027

Foi publicada no presente mês de novembro em Diário da República a Resolução do Conselho de Ministros (RCM) que estabelece as Orientações e Estrutura Operacional do novo período de programação de fundos comunitários.

A RCM N.º 97/2020 vem assim determinar que a Estratégia Portugal 2030, constitui o referencial estratégico para a elaboração do Acordo de Parceria e dos Programas Operacionais (PO) a implementar no ciclo de programação 2021-2027.

Princípios orientadores do novo Acordo de Parceria:
Concentração
Concentrar o apoio dos fundos europeus num número limitado de domínios estratégicos e tipologias de intervenção por forma a maximizar o seu impacte nas dimensões económica, social, ambiental e territorial;

Simplificação
Prosseguir uma estratégia de redução dos custos administrativos associados à gestão dos fundos, refletida numa redução nos níveis de programação, designadamente eixos, fundos, tipologias e estratégias territoriais, de intermediação e dos encargos para os promotores, com a generalização da utilização da opção de custos simplificados e da redução e simplificação das interações necessárias dos promotores com o sistema, nomeadamente através da simplificação e harmonização dos formulários, da redução da informação requerida, dos volumes de pedidos de pagamento e de reprogramações por operação;

Orientação para resultados
Assegurar que a aplicação dos fundos europeus está centrada nos resultados a atingir, com base na contratualização dos mesmos, aprofundando os mecanismos de apropriação e responsabilização dos beneficiários;

Abertura à inovação
Através da experimentação de projetos-piloto e abordagens territoriais inovadoras em domínios financiados pelos fundos europeus, demonstrando resultados de eficiência e eficácia nas políticas públicas;

Transparência e prestação de contas

Aplicar à gestão dos fundos europeus boas práticas de informação pública dos apoios a conceder e concedidos e de avaliação dos resultados obtidos;

Subsidiariedade
Fazer coincidir o nível territorial de decisão das políticas com o nível de decisão dos financiamentos;

Segregação das funções de gestão e de prevenção de conflitos de interesse
Subordinar o modelo de gestão dos fundos europeus ao primado da separação rigorosa de funções de análise e decisão, de pagamento, da função contabilística e de auditoria e controlo;

Sinergias entre fontes de financiamento nacionais e comunitárias
Assegurar, quer na dimensão de programação estratégica e orçamental, quer na vertente de acompanhamento e avaliação, uma visão global dos recursos mobilizados ao serviço da Estratégia.

A RCM n.º 97/2020 determina também a estruturação operacional dos fundos da política de coesão, Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, Fundo de Coesão e Fundo Social Europeu, que será a seguinte:

3 PO TEMÁTICOS NO CONTINENTE
Demografia e inclusão, dando cumprimento, principalmente, à agenda temática da Estratégia «As pessoas primeiro: um melhor equilíbrio demográfico, maior inclusão, menos desigualdade» e qualificações, da agenda temática da Estratégia «Digitalização, inovação e qualificações como motores do desenvolvimento», com exceção das qualificações no âmbito da atividade empresarial

Inovação e transição digital, dando cumprimento, principalmente, à agenda temática da Estratégia «Digitalização, inovação e qualificações como motores do desenvolvimento»
Transição climática e sustentabilidade dos recursos, dando cumprimento, principalmente, à agenda temática da Estratégia «Transição climática e sustentabilidade dos recursos»

5 PO REGIONAIS NO CONTINENTE
Correspondentes ao território de cada NUTS II, dando cumprimento, principalmente, à agenda temática da Estratégia «Um país competitivo externamente e coeso internamente», incluindo a declinação territorial das restantes agendas temáticas da Estratégia.

2 PO REGIONAIS NAS REGIÕES AUTÓNOMAS

1 PO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA

 


 

IVA

ADIAMENTO DE PAGAMENTOS - NOVOS PRAZOS

Em virtude da renovação do estado de emergência, foram aprovadas novas medidas extraordinárias de apoio à economia. Entre elas destaca-se adiamento dos pagamentos à Segurança Social (de novembro e dezembro) e do IVA trimestral (relativo ao mês de novembro) para ajudar as empresas a suportarem os efeitos da quebra de atividade devido à epidemia da Covid-19.

Todavia este adiamento só é aplicável às micro e pequenas empresas, as grandes não vão poder adiar os pagamentos devidos em novembro e dezembro.

Relembramos que é considerada uma microempresa, aquela que emprega menos de 10 pessoas e cujo volume de negócios anual ou balanço total anual não excede 2 milhões de euros. Uma pequena empresa é definida como uma empresa que emprega menos de 50 pessoas e cujo volume de negócios anual ou balanço total anual não excede 10 milhões de euros. Uma empresa média pode empregar até 250 trabalhadores. A classificação como micro, pequena ou média empresa deve ser efetuada por certificação de revisor oficial de contas ou contabilista certificado.

Novos prazos do IVA
O pagamento do IVA devido em novembro possa ser feito:
- até ao dia 30 de novembro de 2020; ou
- em três ou seis prestações mensais, de valor igual ou superior a €25, sem juros.

Novos prazos da Segurança Social
De acordo com o DL N..º 99/2020, de 22 de novembro, têm direito ao diferimento extraordinário do pagamento de contribuições referentes a novembro e dezembro de 2020 os trabalhadores independentes e as entidades empregadoras dos setores privado e social classificadas como micro, pequena e média empresa.

As contribuições da responsabilidade da entidade empregadora e as contribuições dos trabalhadores independentes podem ser pagas em três ou seis prestações iguais e sucessivas, sem juros:
- nos meses de julho a setembro de 2021;
- nos meses de julho a dezembro de 2021.

Se as empresas preferirem podem continuar a pagar a contribuição integral nos prazos previstos pela lei.

As empresas ou trabalhadores independentes que queiram beneficiar deste diferimento não precisam de entregar nenhum requerimento, devendo indicar apenas, em fevereiro de 2021, na Segurança Social Direta, qual dos prazos de pagamento previstos pretende utilizar.

  


  

APOIO À RETOMA PROGRESSIVA DE ATIVIDADE
ACESSO FOI FACILITADO

Já se encontra publicado no Diário da República o diploma que estabelece um regime excecional para acesso ao apoio extraordinário à retoma progressiva de atividade para os empregadores que tenham requerido o incentivo extraordinário à normalização da atividade empresarial, sem necessidade de devolverem os montantes já recebidos.

Assim, o empregador que, até 31 de outubro do ano corrente, tenha requerido o incentivo extraordinário à normalização da atividade empresarial pode, excecionalmente, até 31 de dezembro de 2020, desistir desse apoio e requerer o apoio à retoma progressiva de atividade, sem ter necessidade de proceder à devolução das importâncias já recebidas.

Refira-se que, o incentivo extraordinário à normalização da atividade é atribuído numa das seguintes modalidades:
- apoio no montante de €635 (valor do SMN) por trabalhador abrangido, pago de uma só vez;
- apoio no montante de €1270 (valor de dois SMN) por trabalhador abrangido, pago de modo faseado ao longo de 6 meses. Acresce a esta modalidade de apoio o direito a dispensa parcial de 50% do pagamento de contribuições para a Segurança Social a cargo do empregador.

O mesmo diploma determina que, a partir de 19 de novembro, o empregador que tenha recorrido à aplicação do regime geral de “lay-off”, previsto nos arts. 298.º e segs. do Código do Trabalho (redução dos períodos normais de trabalho ou suspensão dos contratos de trabalho), e que pretenda aceder ao apoio extraordinário à retoma progressiva de atividade, não estará sujeito ao prazo que limita o recurso a medidas de redução ou suspensão.

Trata-se da regra constante do art. 298.º-A do Código do Trabalho, que não se irá aplicar nos casos de sequência entre o regime geral de “lay-off” e o apoio à retoma progressiva de atividade.

Esta regra estabelece que, o empregador apenas pode recorrer novamente à aplicação das medidas de redução ou suspensão depois de decorrido um período de tempo equivalente a metade do período anteriormente utilizado, podendo ser reduzido por acordo entre o empregador e os trabalhadores abrangidos ou as suas estruturas representativas.

 


 

APOIAR.PT E APOIAR RESTAURAÇÃO.PT

BALCÃO.PORTUGAL2020.PT

As candidaturas arrancaram no passado dia 25 de novembro no Balcao.portugal2020.pt. de resto, este é o endereço da internet para os empresários mais fustigados pela crise acederem às novas ajudas Apoiar.pt.

Este programa destina-se às micro e pequenas empresas dos setores do comércio, restauração e atividades culturais que tenham sofrido quebras de faturação superiores a 25% por comparação com períodos homólogos.

O registo no Balcão 2020, que dá origem a um formulário pré-preenchido, é o primeiro passo para os empresários se candidatarem a estes apoios financiados pelos fundos comunitários do Portugal 2020. Os primeiros pagamentos do Apoiar.pt deverão ser concretizados na primeira quinzena de dezembro.

Este registo requer apenas o número de informação fiscal (NIF) e o código de acesso à Autoridade Tributária, devendo o beneficiário preencher um formulário simplificado. No final do registo, receberá a chave de acesso à candidatura. O formulário de candidatura conterá já os dados de identificação comercial, bem como a informação fiscal e dados da Segurança Social, entre outras, poupando ao beneficiário o trabalho e tempo de recolha de documentos e de preenchimento.

Além deste programa, será disponibilizada uma verba adicional especificamente direcionada para o setor da restauração com o objetivo de compensar as perdas sofridas ao longo dos dois fins de semana de recolher obrigatório imposto pelo Estado de Emergência em vigor.

Este apoio específico é acumulável com o programa Apoiar.pt.

 


 
IMI

PEDIDO DE REAVALIAÇÃO ATÉ 31 DE DEZEMBRO

A reavaliação do IMI é feita junto da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) através do pedido da reavaliação do Valor Patrimonial Tributário (VPT) dos respetivos imóveis.

Desde que cumpridos três anos desde a última reavaliação, o pedido de atualização poderá ser efetuado a todo o tempo de forma gratuita, devendo ser entregue até 31 de dezembro para que produza efeitos no IMI a pagar em 2021. Para pedir a reavaliação do IMI o contribuinte pode aceder online ao Portal das Finanças e preencher a declaração Modelo 1 do IMI.

No mesmo portal existe um simulador que permite calcular o VPT com todos os parâmetros atualizados. Se este valor for mais baixo do que o que consta na Caderneta Predial da habitação em causa, então significa que haverá uma redução do IMI no ano seguinte, pelo que vale a pena ao contribuinte pedir a reavaliação.

 


  

CONTRIBUIÇÕES PARA A SEGURANÇA SOCIAL

DIFERIMENTO DO PRAZO PARA PAGAMENTO OU PAGAMENTO EM PRESTAÇÕES

 

Os trabalhadores independentes e as entidades empregadoras classificadas como micro, pequena e média empresa, nos termos do art. 100.º do Código do Trabalho, podem proceder ao diferimento do pagamento das contribuições para a segurança social ou requer o pagamento em prestações.

As obrigações contributivas abrangidas são:
as relativas ao mês de novembro de 2020, devidas em dezembro de 2020;
as relativas ao mês de dezembro de 2020, devidas em janeiro de 2021.

Prazo limite de pagamento
- as contribuições referentes ao mês de novembro de 2020, deverão ser pagas até 20 de dezembro de 2020
- as contribuições referentes ao mês de dezembro de 2020, deverão ser pagas até 20 de janeiro de 2021

As referidas entidades poderão ainda solicitar o pagamento em prestações, ou seja, poderão efetuar o pagamento em 3 ou 6 prestações iguais e sucessivas, sem juros.
- Se a opção for por 3 prestações obriga ao pagamento das contribuições em julho, agosto e setembro de 2021;
- Se for por 6 prestações obriga ao pagamento das contribuições em julho, agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro de 2021.

O incumprimento dos requisitos de acesso (classificação da entidade empregadora como micro, pequena ou média empresa) ou a falta de pagamento de uma das prestações, implica o vencimento imediato da totalidade das prestações em falta e a cessação da isenção de juros. Outras obrigações A classificação da entidade empregadora como micro, pequena ou média empresa não depende de certificação Situação tributária e contributiva regularizada O acesso ao pagamento em prestações não depende de situação tributária e contributiva regularizada.

 


 

COVID-19

REVISÃO DO REGIME À RETOMA PROGRESSIVA

 

Foi publicada em Diário da República o diploma que facilita a adesão das empresas ao programa de apoio à retoma progressiva.

De acordo com o DL N.º 98/2020, de 18 de novembro, a exceção que vai permitir às empresas aderirem ao programa de apoio à retoma progressiva sem penalização. Ou seja, as empresas que aderiram aos incentivos extraordinários à normalidade da atividade empresarial até 31-10-2020 não têm de devolver os montantes recebidos do Estado caso queiram passar para o regime de apoio à retoma progressiva, que vigorará até 31-12-2020.

O diploma possibilita também que o empregador que tenha recorrido à aplicação das medidas de redução dos períodos normais de trabalho ou suspensão dos contratos de trabalho previstas no Código do Trabalho, e que pretenda aceder ao apoio extraordinário à retoma progressiva de atividade, não fique sujeito ao prazo que limita o recurso a medidas de redução ou suspensão, previsto no artigo 298.º-A do Código do Trabalho.

 


  

Divulgação:

Para que possa lançar, expandir ou rentabilizar a atividade da sua empresa, o NERA , para além de todos osserviços e apoios que tem vindo a prestar aos empresários da Região, ou aos que aqui se pretendem instalar,dispõe de um serviço de aluguer/cessão de uso de salas e espaços variados, situadas no seu Centro Empresarial de Negócios.

As salas/ espaços poderão ser arrendadas por períodos variáveis, desde por horas ou dias a mensal, anual ou plurianualmente.

O uso de qualquer destes espaços traz consigo vantagens adicionais, como:

  • Inserção num espaço comum de múltiplas utilizações e não isolado;
  • Uso imediato de energia e água;
  • Possibilidade de acesso a serviços diversificados, como: fotocópias, fax, mail, gestão de correspondência ou contactos, etc.;
  • Integração no núcleo da NERA, onde encontra disponibilidade do uso ocasional de espaços e serviços, entre os quais salas para reuniões, apresentações de produtos ou formação, salas de congressos,organização de eventos, secretariado, aluguer de mobiliário, etc.

 

Também disponibilizamos serviços de sediação de empresas e gestão de contactos.

 

 

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