Frontpage Slideshow | Copyright © 2006-2010 JoomlaWorks, a business unit of Nuevvo Webware Ltd.

Criar PDF Recomendar Imprimir

 

nerainforma n.º 64, agosto 2015

Nº Boletim 64 Data Agosto 2015
Ficheiro(s):

ALGARVE - A CAMINHO DO OUTONO 

Presidente Site

O verão aproxima-se do fim, as férias para muitos portugueses já ficaram para trás, espera-nos um novo ano económico que aqui no nosso Algarve começa com a pouco aliciante «época baixa».
Ainda temos umas boas semanas de trabalho intenso e não é o momento para balanços definitivos.
Cada empresa no seu setor irá avaliar a sua prestação que se espera tenha sido positiva, mas não poderá deixar de pensar e começar já a preparar-se para o futuro que aí pode vir.
Devemos fazê-lo com confiança porque os tempos, apesar de complexos e incertos, não permitem pessimismos.
As premissas de fundo não são muito animadoras.

Primeira questão. No plano internacional a economia apresenta sinais que geram preocupação.
Pense-se apenas nas possíveis consequências negativas da crise financeira da China na economia mundial, na economia da União Europeia e também em Portugal. O quadro sugere uma evolução ainda imprevisível.
É útil não esquecer, para além das nossas exportações para a China, os investimentos deste país em importantes setores da economia portuguesa: energia, banca, saúde, turismo/imobiliária, etc. Com incidência também o Algarve .
Não se pode também ignorar que a desaceleração do crescimento da economia chinesa pressiona a queda do preço petróleo que, sendo positiva para quem importa, é negativa para os países produtores que são nossos mercados de exportação – como Angola.


Segunda questão. Ao mesmo tempo a «nossa» União Europeia para além de não dar resposta às questões económicas, não conseguindo um rumo coerente para o crescimento económico e para a estabilização financeira, vê-se agora a braços com o novo problema da onda imparável e dramática de emigrantes oriundos de Africa, Medio Oriente e Ásia. Sem conseguir encontrar – entre os 27 membros - as respostas políticas, económicas e humanitárias necessárias para enfrentar a situação.


Terceira questão. Nós, Portugal. A paralisia e as incertezas que derivam de estarmos em pleno período eleitoral que suspende decisões e nos invade com palavras e promessas, muitas vezes desconexas e às vezes contraditórias, enquanto os problemas de fundo do país, as necessidades concretas das empresas são adiados ou alvo de intenções pouco claras e às vezes preocupantes, sobretudo quando se referem à problemática do emprego, à legislação laboral, ou a medidas fiscais…
Concretamente: quem pode hoje garantir às empresas que estratégia de desenvolvimento económico, que prioridades, vão de facto ter nos próximos tempos – tendo em conta quadro mundial e europeu que vivemos e as ambiguidades dos concorrentes às eleições de 4 de outubro?

Quarta e última questão. Que fazer?
Desde logo: trabalhar! Porque os empresários têm «eleições» todos os dias! E não podem desistir!
Isto independentemente dos «balanços» sobre a prestação de cada uma das nossas empresas. Ou sobre o próprio Algarve , balanços que iremos fazer assim que houver dados suficientes.
Trabalhar para reforçar as nossas empresas e enfrentar de forma adequada - em cada setor - as dificuldades e os problemas que possam existir.
E depois: Lutar!
Lutar para defender os interesses do Algarve , para afirmar a importância do Algarve na Economia do país – do Turismo e não só – junto do «poder» em «Lisboa»!

Vítor Neto

Presidente da Direção do NERA

 


 

NERA PROMOVE SEMINÁRIO "ALOJAMENTO LOCAL" 

 Seminário alojamento local

LOCAL: NERA – DIA 30 DE SETEMBRO – HORÁRIO: 14H00 – 18H00

O NERA em parceria com a PLMJ – Sociedade de Advogados, R.L., irá realizar no dia 30 de setembro, pelas 14 horas, no Auditório do NERA, o seminário subordinado ao tema “Alojamento Local”, tendo como principal objetivo o esclarecimento dos princípios e das regras aplicáveis ao alojamento local.

O Programa deste seminário, bem como a respetiva Ficha de Inscrição e as informações técnicas necessárias irão encontrar-se, brevemente, disponíveis no site do NERA em www.nera.pt

 


 

 NERA PROMOVE CURSOS DE APRENDIZAGEM EM LOULÉ

NERA

 

O NERA, na qualidade de Entidade Formadora Externa selecionada pelo IEFP, I. P. para o desenvolvimento de Cursos de Aprendizagem no triénio 2015-2018, encontra-se a promover os Cursos de Técnico de Informática de Sistemas e Técnico de Multimédia cujo arranque ocorrerá, respetivamente, nos próximos meses de setembro e outubro.


Estes Cursos de Aprendizagem, destinam-se a jovens com idade inferior a 25 anos, com o 9.º ano de escolaridade concluído, ou superior (sem conclusão do 12.º ano de escolaridade) e permitem obter uma certificação escolar (12.º ano de escolaridade) e profissional (Nível 4).  


Esta oferta formativa caracteriza-se ainda pela conjugação da componente teórica com a componente prática, em contexto de trabalho, favorecendo a inserção no mercado de trabalho e o prosseguimento de estudos de nível superior.


Cada um dos Cursos de Aprendizagem acima indicados terá uma duração aproximada de 3.200 horas (cerca de 2 anos e meio), das quais 1.500 horas serão realizadas em empresas da região do Algarve. Os planos curriculares destes Cursos de Aprendizagem organizam-se em 4 componentes de formação, nomeadamente:
•    Sociocultural
•    Científica
•    Tecnológica
•    Prática em contexto de trabalho

Os interessados nesta oferta formativa deverão contactar o Gabinete de Formação do NERA , através dos contactos abaixo indicados:


Gabinete de Formação do NERA
Telefone: 289 41 51 51
Telemóvel: 965 817 608
E-mail: gfo@nera.pt

 


 

A SOBRETAXA DO IRS. REDUÇÃO E ELIMINAÇÃO PREVISTA PARA O MÉDIO PRAZO 

  A sobretaxa do IRS foi criada pela Lei N.º 66-B/2012, de 31 de dezembro, Orçamento do Estado para 2013 (artigo 187.º), como medida excecional aplicável sobre os rendimentos trabalhadores dependentes e pensionistas. Incidiu nos anos de 2013 e 2014 e mantém-se em vigor pelo terceiro ano consecutivo.

No entanto, e relativamente a 2015, o artigo 191.º do OE para 2015 (Lei n.º 82-B/2014, de 31.12) prevê a manutenção da aplicação da sobretaxa mas consagrando pela primeira vez um crédito fiscal, ou seja, a possibilidade de em 2016, haver reembolso total ou parcial da sobretaxa. Isto porque aquela norma define também um limite a partir do qual o excedente da receita de alguns impostos poderá reverter a favor dos contribuintes. Assim, se a evolução da receita decorrente do IVA e do IRS se mantiver nos valores registados no primeiro semestre do corrente ano é de admitir que possa haver devolução de uma parte da sobretaxa que será paga em 2015. O que é uma boa notícia, sendo certo que as projeções mais otimistas apontam para uma devolução aos contribuintes de cerca de 20% apenas do total da sobretaxa.

De acordo com dados divulgados pelo Governo o ritmo atual de crescimento das receitas fiscais é na ordem dos 4,2%. Se assim for, o reembolso é superior a 100 milhões de euros, correspondendo na prática a uma sobretaxa efetiva de 2,8%, em vez dos atuais 3,5%.

O alívio fiscal anunciado aos contribuintes, que inclusive poderão utilizar o simulador disponível no Portal das Finanças que lhes permite verificar a receita acumulada dos dois impostos (IVA e IRS) e calcular o montante da sobretaxa que poderá vir a ser reembolsada, terá de ser visto com cautela. O próprio primeiro-ministro quando questionado sobre o assunto disse haver uma “boa indicação” sobre os valores do crédito fiscal, mas deixou uma ressalva: é preciso “ver como correm as coisas” no segundo semestre.

No programa eleitoral do CDS, é mantida a intenção de, caso vençam as eleições legislativas de outubro, reduzir a sobretaxa de 3,5% em sede de IRS em 0,875 pontos percentuais em cada ano da legislatura, conduzindo à sua eliminação total em 2019.

A coligação que sustenta o atual Governo mantém também a hipótese de acelerar o ritmo de reversão “mediante a disponibilidade orçamental”. No entanto, com as eleições legislativas que se avizinham e a incerteza quanto á política fiscal para 2016 e anos seguintes é ainda prematuro perceber se, caso o PS ganhe as eleições, se mantém ou não a sobretaxa do IRS, sendo certo que no seu programa eleitoral uma das medidas anunciadas é a eliminação progressiva da sobretaxa em 2016 e 2017, justificável desde logo pelo caráter extraordinário da mesma.

De acordo com a Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO), a redução dos reembolsos do IVA em 10,9% até junho introduzem alguma incerteza quanto à evolução da redução ou eliminação da sobretaxa, não obstante o Governo ter expressamente anunciado que o Estado poderá devolver aos contribuintes 100 milhões de euros em crédito fiscal da sobretaxa de IRS em 2016, caso o aumento de 4,2% da receita fiscal proveniente de IRS e de IVA se mantenha.

Cálculo da sobretaxa

Para saber qual o montante da sobretaxa a pagar (nº 6 do artigo 191º da Lei nº 82-B/2014, de 31.12) o contribuinte deverá:

•    Retirar ao seu salário bruto as contribuições para o IRS (retenção na fonte) e para a Segurança Social (11%);
•    Ao valor a que chegar, deve retirar ainda um salário mínimo nacional (€ 505,00);
•    Ao valor final deverá aplicar a sobretaxa de 3,5%

Simulador

No Portal das Finanças existem 2 simuladores a considerar nas situações a seguir indicadas:

- Rendimentos de 2015 iguais aos de 2014
Num simulador o contribuinte poderá calcular o montante de sobretaxa a ser reembolsada tendo em conta a declaração de IRS de 2014 e assumindo que os rendimentos e o regime de tributação em 2015 são iguais a 2014. Nesta situação o contribuinte fica a saber quanto paga neste momento de sobretaxa, e o montante que eventualmente poderá a vir a ser reembolsado em 2016. Refira-se que neste simulador, é considerada a tributação conjunta para quem é casado.

- Rendimentos de 2015 diferentes dos de 2014
Para as situações em que os rendimentos de 2015 são diferentes dos valores e 2014, existe outro simulador onde o contribuinte deverá indicar o estado civil, o número de dependentes e o rendimento mensal bruto. Isto porque, com a Reforma do IRS operada pela Lei nº 82-E/2014, de 31.12 para quem é casado ou unido de facto, a AT faz a simulação assumindo que as pessoas vão entregar a declaração em separado, uma vez que esse passa a ser o regime regra (havendo como opção a entrega conjunta). Assim, só deve ser incluído o rendimento de apenas um dos sujeitos.

 


 

ORDEM DOS TOC. NOVA DESIGNAÇÃO

  Foi aprovada no Parlamento no passado dia 22 de julho, em votação final global, a proposta de lei do Governo que revê o Estatuto da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas (OTOC), transformando-a em Ordem dos Contabilistas Certificados (OCC) .

Por seu lado, o Código Deontológico dos TOC passa a ser designado por Código Deontológico dos Contabilistas Certificados .

Em consequência será também alterado o título profissional, passando de “técnico oficial de contas” (TOC) para “contabilista certificado”. No entanto, não ficarão prejudicados os membros que adquiriram o seu título profissional ao abrigo do regime objeto de revisão.

A nova lei, a aguardar publicação no Diário da República, só é aplicável aos estágios e processos disciplinares que se iniciem em data posterior ao da respetiva data de entrada em vigor (que será 30 dias após a respetiva publicação no DR).

O novo Estatuto da OCC prevê a incompatibilidade no exercício da profissão de contabilista certificado para casos, nomeadamente, de exercício de qualquer função de fiscalização de contas, peritagem ou auditoria às contas, qualquer que seja a natureza da entidade fiscalizada, com o exercício, em simultâneo, da atividade de contabilista certificado na mesma entidade.

Em termos gerais, é incompatível sempre que a sua independência possa ser, direta ou indiretamente, afetada por interesses conflituantes, ou seja, quando a tomada de decisões ou participação em procedimentos que afetem interesses particulares seus ou de terceiros, que por essa via prejudiquem ou possam prejudicar a sua isenção e rigor.

Inscrição e estágio

A inscrição na OCC depende da realização de um estágio e da aprovação em exame escrito de avaliação de conhecimentos. O estágio tem a duração máxima de 12 meses e mínima de 800 horas. Estão dispensados do estágio os candidatos que tenham realizado estágio curricular ou possuam experiência profissional.

Entende-se por experiência profissional, para os efeitos da dispensa do estágio profissional:


- a experiência de pelo menos três anos na prestação de serviços de contabilidade em entidade legalmente obrigada a dispor de contabilista certificado; ou,
- a experiência de pelo menos três anos em serviços de contabilidade de entidades públicas que disponham de contabilidade organizada de acordo com o plano de contas legalmente aplicável.

Uma vez concluído o estágio os candidatos devem requerer a submissão a exame destinado a avaliar os conhecimentos técnicos e deontológicos do exercício da profissão, o que deverão fazer no prazo máximo de dois anos contados do termo da licenciatura, do mestrado ou do doutoramento.

 


 

VISTOS GOLD. MANUTENÇÃO DOS CRITÉRIOS DE ATRIBUIÇÃO  

 Na sequência da publicação do Despacho N.º 7942-C/2015, de 17 de julho (2.ª série do DR), o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) retomou recentemente a emissão parcial das Autorizações de Residência por Investimento (ARI), os designados vistos gold , que estava suspensa desde 1 de julho.

A decisão surge antes da publicação em Diário da República da regulamentação da Lei N.º 63/2015, de 30 de junho (que alterou a Lei N.º 23/2007, de 4 de julho), que já foi aprovada em Conselho de Ministros e constará de decreto regulamentar.

O levantamento da suspensão é parcial, mas permite dar seguimento à quase totalidade dos processos pendentes. Isto é, só poderão ser desbloqueados os pedidos de autorização de residência que não sofreram alterações com a nova Lei N.º 63/2015, como a área do imobiliário (que constitui a quase totalidade de processos), da transferência de capitais e da criação de emprego.

Importa referir que o diretor nacional do SEF esclareceu que o retomar do processo de emissão só foi possível após o citado despacho do Secretário de Estado da Administração Interna, que prolonga a emissão de vistos com base na regulamentação anterior. Este despacho tem carácter transitório, uma vez que só produz efeitos até à entrada em vigor da nova regulamentação já aprovada pelo Governo e a aguardar publicação no Diário da República.

Assim, para efeitos de atribuição dos “vistos gold” , considera-se atividade de investimento qualquer atividade exercida pessoalmente ou através de uma sociedade que conduza, em regra, à concretização de, pelo menos, uma das seguintes situações em território nacional e por um período mínimo de 5 anos:

- transferência de capitais no montante igual ou superior a 1 milhão de euros;
- criação de, pelo menos, 10 postos de trabalho;
- aquisição de bens imóveis de valor igual ou superior a 500 mil euros.

 Para além destas situações, a Lei N.º 63/2015 veio prever as seguintes:

- aquisição de bens imóveis, cuja construção tenha sido concluída há, pelo menos, 30 anos ou localizados em área de reabilitação urbana e realização de obras de reabilitação dos bens imóveis adquiridos, no montante global igual ou superior a 350 mil euros;
- transferência de capitais no montante igual ou superior a 350 mil euros, que seja aplicado em atividades de investigação desenvolvidas por instituições públicas ou privadas de investigação científica, integradas no sistema científico e tecnológico nacional;
- transferência de capitais no montante igual ou superior a 250 mil euros, que seja aplicado em investimento ou apoio à produção artística, recuperação ou manutenção do património cultural nacional, através de serviços da administração direta central, institutos públicos, entidades que integram o setor público empresarial, fundações públicas, fundações privadas com estatuto de utilidade pública, entidades intermunicipais, entidades que integram o setor empresarial local, entidades associativas municipais e associações públicas culturais, que prossigam atribuições na área da produção artística, recuperação ou manutenção do património cultural nacional;
- transferência de capitais no montante igual ou superior a 500 mil euros, destinados à aquisição de unidades de participação em fundos de investimento ou de capital de risco vocacionados para a capitalização de pequenas e médias empresas que, para esse efeito, apresentem o respetivo plano de capitalização e o mesmo se demonstre viável.

 


 

ENTERPRISE EUROPE NETWORK PROMOVE PARCERIAS EM SUSTENTABILIDADE URBANA

 

Enterprise parcerias

 

A CCDR Algarve, através da Enterprise Europe Network , está a promover um Encontro Internacional de Negócios e Tecnologia (B2B Networking Event), especializado em sustentabilidade urbana e cidades inteligentes, que irá decorrer nos dias 7 e 8 de outubro de 2015, em Málaga (Espanha), no âmbito do fórum Greencities & Sustentabilidade (www.greencitiesmalaga.com).

Este encontro de negócios, organizado pela Agência Andaluza de Conhecimento, visa fomentar a geração de parcerias de negócio e alianças estratégicas em domínios como a arquitetura, engenharia, construção, materiais de construção, energia, iluminação, climatização, água e tratamento de águas residuais, tecnologias ambientais, mobilidade e transportes sustentáveis, entre outros.

A participação está aberta a empresas, universidades, centros de tecnologia e pesquisa, municípios, consultores e profissionais de toda a Europa e da América Latina.

O registo gratuito decorre até 25 de setembro na plataforma www.b2match.eu/Greencities2015 , onde os interessados devem criar o seu perfil de cooperação e gerir a sua agenda de reuniões bilaterais.

Para mais informações e assistência à participação nesta iniciativa contacte:
Enterprise Europe Network – CCDR Algarve (Paulo Bota ou Graça Pires)
Tel: 289 895 270
Email: een-portugal@ccdr-alg.pt


 


 

INCENTIVOS À INOVAÇÃO E EMPREENDEDORISMO. IAPMEI DINAMIZA INVESTIMENTOS DE PME NO VALOR DE 614 MILHÕES DE EUROS: PROJETOS APROVADOS GERAM QUASE 600 MILHÕES DE EUROS EM EXPORTAÇÕES 

iapmei

O IAPMEI vai acompanhar um total de 258 projetos de investimento, no âmbito dos primeiros concursos de apoio ao empreendedorismo e inovação produtiva lançados ao abrigo do novo quadro de financiamento Portugal 2020.

Trata-se de projetos no âmbito do empreendedorismo qualificado, ligados a setores de crescimento rápido, e de reforço da capacidade competitiva em áreas fundamentais à alteração do perfil produtivo das empresas em termos de inovação, que em conjunto envolvem um investimento de 614 milhões de euros e que vão contar com incentivos na ordem dos 350 milhões de euros.

Globalmente, os investimentos aprovados vão gerar quase 600 milhões de euros em exportações e contribuir para um aumento do volume de negócios destas empresas na ordem dos 700 milhões de euros.

Os projetos apoiados têm associada a criação de um total de 2300 novos postos de trabalho a nível nacional e traduzem um crescimento no Valor Acrescentado Bruto gerado de mais de 330 milhões de euros.

Região Norte capta mais de 50% do investimento aprovado

Em termos de distribuição regional, o Norte acolhe mais de metade dos investimentos aprovados, quase 53% do total, 324 milhões de euros, num total de 140 projetos, que absorvem um incentivo de cerca de 178 milhões de euros.

O Centro, com um total de 91 projetos aprovados, foi a região responsável pela segunda maior fatia do investimento, que atinge quase 33% do total, num valor superior a 200 milhões de euros, coberto por um incentivo de mais de 112 milhões de euros.

A Região do Alentejo captou quase 48 milhões de euros do investimento aprovado, 8% do total, com 16 projetos que, em conjunto, representam um incentivo de 27,6 milhões de euros.

Lisboa e Vale do Tejo e o Algarve absorveram individualmente mais de 20 milhões de euros de investimento, cerca de 3,3% cada, com respetivamente 8 e 3 projetos aprovados, que têm associados 12 milhões e 10,7 milhões de euros de incentivo.

Tipologia de apoios

Os concursos encerraram a 24 de abril, tendo o IAPMEI recebido 82% do total das 736 candidaturas apresentadas.

Em causa estão apoios ao reforço da capacitação competitiva das empresas e alteração do perfil produtivo, com soluções inovadoras que induzam progressão na cadeia de valor e maior facilitação na internacionalização dos negócios, bem como o incentivo a novas oportunidades associadas ao desenvolvimento de bens e serviços com base em projetos de empreendedorismo qualificado e criativo.

O concurso relativo a incentivos à inovação produtiva abrangeu todos os Programas Operacionais Regionais e o COMPETE 2020, tendo como destinatários empresas de qualquer natureza e sob qualquer forma jurídica que apresentem investimentos em atividades inovadoras, ligadas ao produto, processo, métodos organizacionais e marketing, com um especial destaque para investimentos no domínio da diferenciação, diversificação e inovação, ligados à produção de bens e serviços transacionáveis e internacionalizáveis, no quadro de fileiras produtivas e de cadeias de valor mais alargadas e geradoras de maior valor acrescentado.

Do concurso direcionado para o apoio ao empreendedorismo qualificado e criativo são beneficiárias pequenas e médias empresas criadas há menos de dois anos, com atividades em setores de crescimento rápido, incluindo indústrias criativas e culturais e atividades com grande intensidade tecnológica e de conhecimento, ou que valorizem a aplicação de resultados de I&D na produção de bens e serviços.

Os apoios associados a estes concursos assumem a forma de incentivo reembolsável, calculado através da aplicação de uma taxa base de 35% sobre as despesas elegíveis, que pode ser acrescida de majorações até um limite máximo de 75%.

Novos concursos

Encontram-se abertos novos concursos no âmbito dos Sistemas de Incentivos à Inovação Produtiva e ao Empreendedorismo Qualificado e Criativo, no âmbito do Portugal 2020.
O prazo de candidaturas termina a 30 de setembro.

 


 

CANDIDATURAS ABERTAS PARA A SEMANA EUROPEIA DAS PME 2015

Semana Europeia PMEs

Estão abertas as candidaturas, para eventos a realizar até 31 de dezembro no âmbito da Semana Europeia das PME 2015 , uma iniciativa da Comissão Europeia.

A Semana Europeia das PME é dinamizada no âmbito do "Small Business Act", com o intuito de promover a divulgação de atividades que contribuam para fomentar o Empreendedorismo na Europa. É uma campanha que tem como objetivo informar sobre os instrumentos e programas nacionais e comunitários de apoio ao desenvolvimento empresarial e incentivar o Empreendedorismo e o Espírito Empresarial. O principal evento da Semana Europeia das PME é organizado todos os anos, no outono, em simultâneo com a Assembleia das PME e a cerimónia de entrega dos prémios europeus de promoção empresarial.

Podem candidatar-se eventos promovidos por empresas ou entidades públicas ou privadas da envolvente empresarial, devendo a candidatura ser formalizada através de um Formulário em linha , com a antecedência mínima de um mês em relação à data de realização da atividade: 30 de novembro é a data limite para a inscrição de eventos.

Em termos de requisitos, todas as atividades candidatas à participação na Semana devem ser enquadradas num tema principal, como por exemplo criação de empresas, Apoios, Financiamento e Incentivos PME, Inovação e Propriedade Intelectual, Fiscalidade, Internacionalização, Cooperação e Desenvolvimento Empresarial, e podem assumir formatos diversos, como conferências, feiras, jornadas de porta aberta, ateliers, concursos, espaços de networking, brokerage, entre outros.

Todas as ações com candidatura aprovada vão poder beneficiar de uma visibilidade acrescida, associada a uma atividade com grande projeção no espaço Europeu.

Em Portugal, o IAPMEI é a entidade coordenadora desta iniciativa, representante do setor público nacional, sendo a CIP - Confederação Empresarial de Portugal, a entidade que representa o setor privado.

 


 

Divulgação:

Para que possa lançar, expandir ou rentabilizar a atividade da sua empresa, o NERA , para além de todos osserviços e apoios que tem vindo a prestar aos empresários da Região, ou aos que aqui se pretendem instalar,dispõe de um serviço de aluguer/cessão de uso de salas e espaços variados, situadas no seu Centro Empresarial de Negócios.
 

As salas/ espaços poderão ser arrendadas por períodos variáveis, desde por horas ou dias a mensal, anual ouplurianualmente.
 

O uso de qualquer destes espaços traz consigo vantagens adicionais, como:
- inserção num espaço comum de múltiplas utilizações e não isolado;
- uso imediato de energia e água;
- possibilidade de acesso a serviços diversificados, como: fotocópias, fax, mail, gestão de correspondência ou contactos, etc.;
- integração no núcleo da Expoalgarve / NERA, onde encontra disponibilidade do uso ocasional de espaços e serviços, entre os quais salas para reuniões, apresentações de produtos ou formação, salas de congressos,organização de eventos, secretariado, aluguer de mobiliário, etc.;
 

Também disponibilizamos serviços de sediação de empresas e gestão de contactos.

 

O NERA em parceria com a PLMJ – Sociedade de Advogados, R.L., irá realizar no dia 30 de setembro, pelas 14 horas, no Auditório do NERA, o seminário subordinado ao tema “Alojamento Local”, tendo como principal objetivo o esclarecimento dos princípios e das regras aplicáveis ao alojamento local.

 

O Programa deste seminário, bem como a respetiva Ficha de Inscrição e as informações técnicas necessárias irão encontrar-se, brevemente, disponíveis no site do NERA em www.nera.pt.

 

Login Form



Popup

{simplepopup link=spuImage2 gallery=gallery1 hidden=true}PopUp Image{/simplepopup}