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nerainforma n.º 54, outubro 2014

Nº Boletim 54 Data Outubro 2014
Ficheiro(s):

ALGARVE 2014.

NÃO HÁ TEMPO A PERDER.

Presidente Site

O Algarve encontra-se numa encruzilhada económica. Está em jogo o seu futuro. Importa ter consciência disso.

São vários os fatores que o comprovam.
Em primeiro lugar um fator estrutural. Com aspetos positivos e negativos.
Por um lado o Algarve é uma das três regiões do país (com Lisboa e Madeira) com um PIB per capita superior à média nacional. É positivo.
É também uma das regiões com um setor económico dominante muito forte – o Turismo – que com as receitas externas que gera a nível nacional (cerca de 10 mil milhões de euros) representa 14% do total das exportações de bens e serviços, sendo o 1º setor exportador do país. Ao Algarve, com 40% do total das dormidas dos estrangeiros (só no alojamento classificado), corresponderão cerca de 40-50% dessas receitas externas – exportações. É muito positivo. E não é reconhecido.

Por outro lado, do ponto de vista da estrutura económica da região, o Algarve ao mesmo tempo que viu crescer o peso relativo do setor do Turismo na economia viu outros setores de que possui importantíssimos recursos, ligados à indústria, à agricultura, à agroindústria, ao mar, etc., continuar a perder quota no quadro da estrutura económica da Região – apesar de importantes casos de sucesso. É negativo.

Dois sinais de alerta.
Primeiro: não se pense que no Turismo o sucesso do Algarve continuará a ser favas contadas. Não fiquemos deslumbrados com o aumento do número de turistas no mundo e com hipotéticas «invasões» asiáticas. Basta olhar para as alterações estruturais a nível mundial: o aumento da concorrência vai continuar a ser implacável com o aparecimento de novos destinos e produtos; o efeito das novas tecnologias de informação vai ter consequências no agravamento das condições de concorrência, no abaixamento dos preços, nomeadamente na intermediação comercial do alojamento, do transporte, etc. Na Europa, onde estão os nossos principais concorrentes a batalha vai ser ainda mais dura.

Não vai ser fácil. E o Turismo em Portugal e sobretudo no Algarve vai ter que trabalhar muito para aumentar a sua competitividade e capacidade para enfrentar a concorrência, garantindo a rentabilidade das empresas e o emprego. Além disso o Algarve já tem uma oferta de alojamento turístico classificado subaproveitada (taxa de ocupação-cama média anual: 44 %) e possui um elevado stock de imobiliária turística e de alojamento por colocar.

Tem uma elevada taxa de desemprego. E nos últimos anos desapareceram vários milhares de empresas e sociedades. E algumas grandes empresas na área da imobiliária e do turismo têm pesados problemas financeiros.

Depois nos outros setores da economia. O Algarve possui recursos para crescer fortemente nas áreas económicas ligadas à agricultura, à terra e ao mar, à indústria em vários setores. Mas o muito que já se faz tem necessidade de crescer, de ganhar massa crítica e dimensão, para ser sustentável e afirmar nos mercados externos. Há aqui muito a investir e a fazer.

O Algarve não tem qualquer peso político em Lisboa capaz de influenciar estratégias e no financiamento da economia. E é também por isso que é a região do país que recebe menos fundos comunitários.

O Algarve, ou encara estes problemas de frente, os analisa, discute e aponta caminhos, estratégias, e desafia os vários poderes, ou vai ao encontro de maiores dificuldades.

Não se analisa nem discute as questões de fundo da Região. Prevalecem os objetivos imediatistas, os calendários eleitorais, os interesses corporativos e as carreiras pessoais. Não se consolidam vontades para uma proposta estratégica coerente para a economia da região.

Como Presidente da Direção do NERA proponho – às entidades regionais, às organizações políticas e sociais e às forças vivas da Região e aos colegas empresários - que ela se faça, disponibilizando-nos para nela participar e para mobilizar os empresários da região no mesmo sentido


Vítor Neto
Presidente da Direção do NERA

 

 


 

NERA CONCLUI, COM SUCESSO, MAIS 3 EDIÇÕES DO PROJETO MOVE PME

 Balanço Final2014

O NERA – Associação Empresarial da Região do Algarve concluiu mais três edições do Projeto MOVE PME, através de um Workshop de Balanço Final realizado no passado dia 28 de outubro de 2014, pelas 14h15m, no seu Auditório.

O Projeto MOVE PME é uma iniciativa que se enquadra no âmbito da Tipologia de Intervenção 8.3.1.1 - Programa de Formação Ação para PME, do POPH – Programa Operacional do Potencial e que tem com principal objetivo conduzir e apoiar as Pequenas e Médias Empresas participantes no mesmo a atingirem padrões de desempenho mais competitivos recorrendo para o efeito a metodologias ativas e diversificadas, suportadas em formação e consultoria.

Em parceria com a AIP-CCI, o NERA vinha desenvolvendo as referidas três edições deste Projeto desde setembro de 2013, envolvendo 42 micro, pequenas e médias empresas de praticamente todos os municípios do Algarve.

Com a participação no Projeto MOVE PME as 42 micro, pequenas e médias empresas envolvidas no mesmo usufruíram de ferramentas essenciais para a melhoria dos seus processos gestão.

Este Projeto proporcionou ainda formação profissional aos 42 Empresários envolvidos e a cerca de 430 quadros e trabalhadores pertencentes às empresas participantes.

No referido Workshop, que assinalou o encerramento deste Projeto MOVE PME, ouviram-se os testemunhos de 19 empresários que evidenciaram o impacto deste projeto nas suas organizações, bem como os resultados obtidos.
“Experiência enriquecedora”, “ferramenta para moldar o futuro da empresa”, “revelação acompanhada de dor e esperança”, “impulso à mudança”, “aprender para melhor empreender”, “lufada de ar fresco” e “a repetir” foram algumas das expressões ouvidas nos testemunhos apresentados pelos representantes das empresas participantes.

Este Workshop contou ainda com a presença do Presidente da Direção do NERA, Dr. Vítor Neto, que teve ocasião de felicitar todos os presentes pelo “excelente trabalho desenvolvido”, pelos resultados alcançados e sobretudo pelo “estímulo” que esta iniciativa lhe proporcionou, enquanto dirigente associativo.

 


 

 


 

FRUTEIRAS TRADICIONAIS DO ALGARVE - TRADIÇÃO E INOVAÇÃO (ALFARROBA, AMÊNDOA, AZEITONA E FIGO)

Fruteiras Tradicionais Algarve Na sequência do Seminário realizado no passado dia 30 de abril, em torno da mesma temática, irá realizar-se no Pavilhão do NERA/EXPOALGARVE (Loulé), nos próximos dias 30 de outubro a 1 de novembro 2014, as 1ªas Jornadas Técnicas “Fruteiras Tradicionais do Algarve: Tradição e Inovação (alfarroba, amêndoa, azeitona e figo)”.

Esta iniciativa é organizada por um conjunto de entidades – Associação In Loco, Associação Interprofissional para o Desenvolvimento da Produção e Valorização da Alfarroba, Câmara Municipal de Loulé, Direção Regional de Agricultura e Pescas do Algarve, Universidade do Algarve – Instituto Superior de Engenharia, Faculdade de Ciências e Tecnologia e CRIA, Escola Profissional de Alte, Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve, NERA – Associação Empresarial da Região do Algarve e ACRAL – Associação do Comércio e Serviços da Região do Algarve e conta com o apoio da Caixa Crédito Agrícola Mútuo do Algarve e da AGROTEC - Revista Técnico-Científica Agrícola, como patrocinadores principais do Concurso “Valores do Território”.

Esta iniciativa procura contribuir para a melhoria da produção, qualificação e valorização dos referidos produtos.  

A importância que este setor já teve na região, e as potencialidades que ainda representa, justificam aprofundar e disseminar o conhecimento sobre ele existente e a mobilização para a cooperação dos seus agentes, da produção, passando pela investigação e tecnologia, à transformação e comercialização.

As jornadas vão incluir comunicações, workshops, espaços informativos e de exposição, de atendimento e encontro entre quem já produz, investiga, comercializa ou está interessado em vir a fazê-lo. Haverá ainda mostra de tecnologias, equipamentos, produtos e apresentação de resultados de investigações.
 
Pretende-se ainda acrescentar valor aos produtos locais, trocar conhecimento e aproximar os seus agentes.
Se é produtor, investigador, comerciante, técnico, estudante, trabalha ou pretende vir a desenvolver atividade na área, participe nestas jornadas.

A sua participação é gratuita, mas sujeita a inscrição. Para mais informações contactar a Associação In loco – Equipa do Cordão Verde, através dos seguintes contactos:
Tlf. 289 840 860
E-mail: cordaoverde2013@gmail.com
 

Para informações online, consulte o link abaixo:
 
http://culturastradicionaisdoalgarve.blogspot.pt/
 
- Concurso “Valores do Território 2014”. O Concurso tem como principal missão promover e reconhecer o mérito e a excelência dos projetos de I&DT inovadores e passíveis de transferência para o mercado. A Caixa de Crédito Agrícola Mútuo do Algarve e AGROTEC - Revista Técnico-Científica Agrícola são os principais patrocinadores deste concurso. Para mais informações e inscrições abertas aqui;

- Mostra Tecnológica e Informação. Esta consiste num espaço dedicado à exposição/demonstração de tecnologias, equipamento, produtos, entre outros, voltados para a produção, transformação e comercialização de Alfarroba, Amêndoa, Azeitona e Figo. Para mais informações e inscrições abertas aqui;

- Workshops, Focus Groups e Seminários. Estes consistem em momentos de partilha e aprendizagem de novo conhecimento dedicado aos setores da produção, transformação e comercialização da Alfarroba, Amêndoa, Azeitona e Figo, utilizações culinárias, organização de produtores e outros. Para mais informações e inscrições abertas aqui;

- Encontros B2B. Encontros, entre empresas, que consistem que tem como principal objetivo a criação de potenciais sinergias entre as mesmas. Para mais informações e inscrições abertas aqui;
Para aceder ao Programa, click aqui.

 

 


 

SESSÃO FAIR PLAY - AUTORIDADE DA CONCORRENCIA

 

Fair Play

 A AdC – Autoridade da Concorrência vai lançar uma campanha de sensibilização para os benefícios da concorrência num roadshow que percorrerá várias cidades de Portugal, essencialmente dedicado aos empresários e gestores de empresas, mas aberto a toda a sociedade.

De 8 de outubro a 9 de dezembro, a AdC vai organizar nas cidades do Porto, Braga, Aveiro, Santarém, Loulé, Évora, Viseu e Lisboa sessões de esclarecimento sobre os benefícios da concorrência e os riscos do incumprimento das regras de concorrência.

Assim, o NERA em colaboração com o AdC, irá promover a realização de uma Sessão de Esclarecimento, no próximo dia 6 de novembro, pelas 15h00m, nas instalações do NERA, com o objetivo de responder às dúvidas sobre a concorrência, sobre a atividade da Autoridade da Concorrência e sobre a legislação em vigor, em linguagem clara e adaptada à realidade dos empresários portugueses.

Embora sejam especialmente dedicadas à comunidade empresarial, as sessões estão também abertas ao público académico, à comunidade jurídica, à comunicação social ou outros interessados.

O programa da sessão, bem como o acesso para inscrições está disponível no site institucional da AdC, em www.concorrencia.pt.

 

 


 

ATUALIZAÇÃO DAS RENDAS PARA 2015

VALORES MANTÊM-SE INALTERADOS

 

Pelo Aviso N.º 11680/2014, de 21 de outubro, foi publicado o coeficiente de atualização anual de renda dos diversos tipos de arrendamento - habitação, comércio, indústria e exercício de profissão liberal -, e conforme previsto, corresponde a um aumento nulo no valor das rendas atualmente em vigor.

Segundo aquele diploma, o coeficiente de atualização dos diversos tipos de arrendamento urbano e rural, para vigorar no ano civil de 2015 é de 0,9969, correspondendo a uma atualização negativa.

Deve ter-se presente que a atualização das rendas corresponde à variação média anual dos preços no consumidor apurada em agosto do ano anterior, excluindo despesas de habitação.

Na realidade, à semelhança do que sucedeu em 2010, registou-se, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), uma inflação negativa no corrente ano, não permitindo que se proceda a qualquer atualização do valor das rendas em 2015.

Sendo assim, os senhorios não terão de efetuar qualquer comunicação aos inquilinos e estes, se receberem aviso de aumento ordinário das rendas entre 1 de janeiro e 31 de dezembro de 2015, devem contestar, recusando pagar qualquer adicional ao atual montante da renda.

Recorde-se que, para 2014, o valor das rendas foi atualizado em 0,99% pelo Aviso N.º 11753/2013, de 20 de setembro, que fixou o coeficiente em 1,0099.


  


 

TSU É REDUZIDA PARA CONTRATOS CELEBRADOS ATÉ MAIO DE 2014

 

Conforme foi anunciado pelo Governo, o Decreto-Lei N.º 154/2014, de 20 de outubro veio estabelecer a redução de 0,75 % da taxa contributiva a pagar à Segurança Social, a cargo da entidade empregadora (TSU), referente às contribuições respeitantes às remunerações (salário mínimo de 505 euros) pagas nos meses de novembro de 2014 a janeiro de 2016, desde que se verifiquem cumulativamente as seguintes condições:

- o trabalhador esteja vinculado à entidade empregadora beneficiária por contrato de trabalho sem interrupção pelo menos desde maio de 2014;

- o trabalhador tenha auferido, pelo menos num dos meses compreendidos entre janeiro e agosto de 2014, remuneração igual ao valor do salário mínimo (485 euros);

- a entidade empregadora tenha a situação contributiva regularizada perante a Segurança Social.

Assim, no caso de pagamento do salário mínimo, a taxa social única (TSU) da responsabilidade das entidades empregadoras é reduzida de 23,75% para 23%.

Deve ter-se presente que a redução da taxa contributiva é concedida oficiosamente pelos serviços da Segurança Social quando se verifiquem as citadas condições de atribuição.

Apenas nos casos de trabalhadores com contrato de trabalho a tempo parcial é necessária a apresentação de requerimento aos serviços da Segurança Social.

Refira-se que o valor do salário mínimo foi fixado pelo Decreto-Lei N.º 144/2014, de 30 de setembro, em 505 euros, estando previsto vigorar entre 1 de outubro deste ano e 31 de dezembro de 2015.


 


 

IAPMEI PAGA 52 MILHÕES DE EUROS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS EM SETEMBRO - INCENTIVOS PAGOS EM 2014 ULTRAPASSAM OS 260 MILHÕES DE EUROS

 

Durante o mês de setembro, o IAPMEI pagou incentivos às empresas no valor de 52,2 milhões de euros, ao abrigo dos vários sistemas de apoio ao investimento do QREN, um resultado quase seis vezes superior aos pagamentos efetuados no período homólogo do ano passado, situados nos 9 milhões de euros, e que permitiu acelerar as metas de execução dos projetos nesta fase de transição entre quadros comunitários de apoio.

Ao todo, desde o início do ano, o IAPMEI já passou para a economia através de incentivos ao investimento empresarial mais de 260 milhões de euros, contra os cerca de 154 milhões pagos o ano passado em igual período.

Os apoios concedidos em 2014 têm por base investimentos empresariais no valor de 1,5 mil milhões de euros em várias áreas de reforço de competências competitivas de cerca de 2300 empresas nacionais.

Com incentivos aprovados que ascendem a 760 milhões de euros, os investimentos de 1,5 mil milhões de euros vão permitir gerar um potencial de cerca de 11,5 mil milhões de euros em exportações.

A maioria dos investimentos tem origem nas regiões Norte e Centro do País, que mobilizaram em conjunto mais de 85% do total investido.

O Norte acolheu mais de 1100 projetos apoiados em 2014, com um investimento a rondar os 642 milhões de euros, e um incentivo de 339 milhões de euros.

O Centro foi responsável por 780 projetos, envolvendo 646 milhões de euros de investimento e 313 milhões de incentivo.

O Alentejo é a seguir a região com maior investimento apoiado este ano, 214 projetos para um total de 142 milhões de euros investidos, dos quais 74 milhões são incentivo.

O Algarve com 104 projetos apoiados contribuiu com 16 milhões de euros para o investimento global, e a região de Lisboa e Vale do Tejo, com 85 projetos aprovados, investiu cerca de 58 milhões de euros.

Em termos setoriais, a indústria absorve a maioria dos projetos apoiados em 2014 pelo IAPMEI, atingindo um universo de cerca de 47%, sendo os serviços, a seguir, com 30%, a atividade mais representada no conjunto dos apoios atribuídos.

Globalmente, 78% do investimento contratado está direcionado para atividades de inovação empresarial, aposta na subida da cadeia de valor e reforço da vocação exportadora e internacional das empresas.

As atividades de investigação e desenvolvimento tecnológico captaram 14,5% do investimento total contratado, ficando os investimentos na área da qualificação nos 7%.

No total, os projetos apoiados têm potencial para gerar cerca de 12 mil novos postos de trabalho.


Incentivos acumulados ultrapassam os 2,5 mil milhões de euros

Em termos acumulados, o IAPMEI já apoiou ao abrigo do QREN 5,5 mil milhões de euros de investimento empresarial a nível nacional, com incentivos que rondam os 2,5 mil milhões de euros.

O Norte absorve a maior fatia dos apoios, captando 44% dos fundos, e lidera com 2,4 mil milhões de capital investido, distribuído por 4840 projetos, alavancados por 1,1 mil milhões de euros de incentivo.

O Centro, com 3225 projetos aprovados, participa com 2,2 mil milhões de euros de investimento e absorve 40% dos incentivos concedidos, que ascendem a 1,01 mil milhões de euros.

Globalmente, o IAPMEI apoiou desde o início do QREN quase 9500 projetos, a grande maioria do setor industrial, representado por 4480 projetos, responsáveis por um investimento nacional de 4 mil milhões de euros.

No próximo quadro de fundos estruturais, o Portugal 2020, as PME vão poder contar com cerca de 7,5 mil milhões de euros para reforço da competitividade nos próximos 7 anos.

 

 


 
 

GABINETE DE INSERÇÃO PROFISSIONAL DO NERA

 

O Gabinete de Inserção Profissional (GIP) do NERA, durante o mês de outubro, entre outras atividades, apoiou o Gabinete de Ofertas do Centro de Emprego de Loulé no encaminhamento de pessoas desempregadas para ofertas de trabalho disponíveis neste organismo. Desta colaboração, resultaram, durante este mês, cerca de 69 colocações de desempregados em ofertas de trabalho, nos concelhos de Loulé e Albufeira.

Nos últimos meses, muitas têm sido as empresas algarvias atentas às medidas de apoio à contratação de novos colaboradores. Com efeito, das 56 ofertas de emprego disponíveis à data, no Centro de Emprego de Loulé, verifica-se que a maioria recorre à medida de apoio à contratação Estímulo Emprego. Trata-se de um apoio financeiro aos empregadores que celebrem contratos de trabalho a termo certo por prazo igual ou superior a 6 meses, ou contratos de trabalho sem termo, a tempo completo ou a tempo parcial, com desempregados inscritos nos serviços de emprego, com a obrigação de proporcionarem formação profissional aos trabalhadores contratados. Este apoio pode ir até 110% do IAS* x 12, no caso de contratos de trabalho sem termo.

Para mais informações acerca das condições de acesso a esta medida, deverá aceder ao site do Instituto de Emprego e Formação Profissional, em www.iefp.pt.

A animadora do GIP encontra-se disponível, entre as segundas e quartas-feiras no NERA, quintas e sextas-feiras no Centro de Emprego de Loulé do IEFP, I. P. para prestar acompanhamento personalizado aos desempregados em fase de inserção ou reinserção profissional e ainda disponibilizar alguns esclarecimentos às entidades acerca de medidas de apoio à contratação de novos colaboradores.

*Valor do IAS (Indexante dos Apoios Sociais): 419,22€

 

 


 

 

GALP PROENERGY PME

GALP ENERGIA REDUZ FATURA DE ELETRICIDADE DAS EMPRESAS COM FORMAÇÃO GRATUITA EM EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

 Galp ProEnergy

Procurando ir ao encontro das necessidades das empresas da região e tendo em conta o interesse desta iniciativa, o NERA – Associação Empresarial da Região do Algarve, associou-se à RNAE – Associação das Agências de Energia e Ambiente (Rede NAcional) na divulgação do Programa GALP PROENERGY PME.

A Galp Energia lançou recentemente o Galp ProEnergy PME, um programa de formação gratuito e de âmbito nacional, que pretende aconselhar as pequenas e médias empresas sobre as melhores práticas na utilização da energia elétrica.

O Galp ProEnergy PME tem como público-alvo os gestores de topo e quadros decisores das PME, em especial das que apresentem maior potencial para redução dos consumos de eletricidade. O projeto é financiado no âmbito do Plano de Promoção de Eficiência no Consumo de Energia Elétrica (PPEC 2014-2015), aprovado pela ERSE – Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos.

O programa de formação tem a duração de 5 horas, sendo precedido de um diagnóstico inicial que avaliará as práticas de utilização de energia elétrica de cada uma das empresas. Após a formação, as empresas são convidadas a elaborar um plano de ação de eficiência energética, que implementarão sozinhas, ou com a colaboração das agências de energia e ambiente locais. As PME com melhores resultados na implementação dos planos de eficiência energética serão distinguidas com o selo Galp ProEnergy.

As ações de formação são limitadas a 750 participantes, mas qualquer empresa poderá inscrever-se e participar nas fases de diagnóstico, implementação das ações e avaliação final.

A Galp Energia conta ainda com a colaboração de três parceiros neste projeto: a RNAE – Associação das Agências de Energia e Ambiente (rede nacional), o ISQ – Instituto da Soldadura e Qualidade e a Sair da Casca – Consultoria e Comunicação em Desenvolvimento Sustentável.

Para participar no Galp ProEnergy, as empresas deverão efetuar a sua inscrição até 28 de novembro, em www.galpproenergy.com.    

A Galp Energia é hoje o 2º maior comercializador de energia elétrica, em número de clientes, tendo sido reconhecida pelo 2º ano consecutivo como a melhor empresa na satisfação do cliente no setor da eletricidade, pelo ECSI Portugal – Índice Nacional de Satisfação do cliente.

Historial de sustentabilidade da Galp Energia
O ProEnergy PME surge na senda de outras iniciativas que a Galp Energia tem desenvolvido com o objetivo de promover uma utilização mais sustentável dos recursos energéticos junto da população em geral – e dos seus clientes em particular. Estas incluem o programa Galpshare, lançado em 2009 para promover a partilha de viaturas, ou a Missão UP, igualmente com o apoio do PPEC, que mobiliza anualmente milhares de jovens em centenas de escolas em torno de uma série de iniciativas pedagógicas e lúdicas centradas na poupança de energia.

Num âmbito mais empresarial, destaque para o programa Galp 20-20-20, em que dezenas de bolseiros desenvolvem todos os anos projetos de diagnóstico energético em empresas clientes da Galp Energia, produzindo igualmente projetos de melhoria dos consumos que acabam muitas vezes por ser implementados nas empresas com poupanças significativas de energia.

A Galp Soluções de Energia, que permite otimizar os consumos energéticos das empresas de maior dimensão, e cujos projetos, nomeadamente ao nível da hotelaria ou de campus universitários, têm obtido diversos prémios a nível internacional.

O compromisso da Galp Energia em adotar práticas mais responsáveis tem tido como reflexo a presença da Galp Energia nos principais índices de sustentabilidade mundiais nos últimos anos. A Galp Energia integra o Dow Jones Sustainability Index desde 2012 e é desde há dois anos considerada uma das 100 empresas globais mais sustentáveis pela consultora canadiana Corporate Knights.

Sobre a RNAE - Associação das Agências de Energia e Ambiente (Rede Nacional)
A RNAE tem como principal objetivo promover a participação das Agências de Energia e Ambiente, municipais e regionais, em ações que pretendem promover a utilização racional de energia e a promoção de energias renováveis.

Estas ações visam igualmente assegurar a credibilidade das agências, no que se refere à gestão da energia e do ambiente, bem como à garantia de políticas enquadradas numa cada vez maior prioridade do país de procurar e definir soluções que reduzam a dependência energética do exterior. Ao nível do setor empresarial, a RNAE promove iniciativas que visam a promoção da gestão de energia, através do aconselhamento sobre tecnologias eficientes e da disseminação de boas práticas com vista à redução da fatura energética.

Sobre o ISQ - Instituto da Soldadura e Qualidade
O Grupo ISQ é a maior organização privada tecnológica de prestação de serviços com sede em Portugal. Fundado em 1965, hoje atua em mais de 20 países de 4  continentes. Dedica-se à prestação de serviços de inspeção, ensaio, formação, consultoria técnica e metrologia. Mais de metade da sua atividade, nacional e internacional, consiste em serviços especializados com forte incorporação tecnológica, como é o caso de ensaios complexos, engenharia no domínio da integridade estrutural, controlo de qualidade das mais diversas construções industriais, conceção e gestão de infraestruturas tecnológicas e laboratórios, eficiência energética, investigação & desenvolvimento e formação.

Sobre a SAIR DA CASCA - Consultoria e Comunicação em Desenvolvimento Sustentável
Criada em 1994, a Sair da Casca foi a primeira empresa em Portugal de consultoria em desenvolvimento sustentável e responsabilidade social e uma das primeiras na Europa. Nasceu da convicção de que as empresas são uma das maiores forças de mudança da Sociedade e podem dar um contributo único para o desenvolvimento sustentável. A experiência da Sair da Casca está também centrada na implementação de projetos de envolvimento de partes interessadas no âmbito da disseminação da sustentabilidade, atuando como ligação entre o meio empresarial e outros atores da sociedade.

Para mais informações:
Galp Energia, SGPS, S.A.
Media Relations
+ 351 217 242 680
+ 351 917 596 444
www.galpenergia.com
galp.press@galpenergia.com
R. Tomás da Fonseca, Torre A
1600-209 Lisboa, Portugal

 

 


 

Divulgação:

Para que possa lançar, expandir ou rentabilizar a atividade da sua empresa, o NERA, para além de todos os serviços e apoios que tem vindo a prestar aos empresários da Região, ou aos que aqui se pretendem instalar, dispõe de um serviço de aluguer/cessão de uso de salas e espaços variados, situadas no seu Centro Empresarial de Negócios.
 

As salas/ espaços poderão ser arrendadas por períodos variáveis, desde por horas ou dias a mensal, anual ou plurianualmente.
 

O uso de qualquer destes espaços traz consigo vantagens adicionais, como:
- inserção num espaço comum de múltiplas utilizações e não isolado;
- uso imediato de energia e água;
- possibilidade de acesso a serviços diversificados, como: fotocópias, fax, mail, gestão de correspondência ou contactos, etc.;
- integração no núcleo da Expoalgarve / NERA, onde encontra disponibilidade do uso ocasional de espaços e serviços, entre os quais salas para reuniões, apresentações de produtos ou formação, salas de congressos, organização de eventos, secretariado, aluguer de mobiliário, etc.;
 

Também disponibilizamos serviços de sediação de empresas e gestão de contactos.

 

 

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