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nerainforma n.º 90, outubro 2017

Nº Boletim 90 Data Outubro 2017
Ficheiro(s):

 

O ALGARVE

E AS LIÇÕES RECENTES DO PAÍS

Presidente Site

Os acontecimentos dolorosos que assolaram uma parte importante do nosso território, causando dezenas de vítimas inocentes já depois do recente desastre de Pedrógão, para além da profunda dor e luto que geraram em todos nós, puseram a nu uma realidade dramática do nosso país.

Foi agredido um Portugal abandonado e desconhecido para muitos, mas que é real, envolve muitos milhares de irmãos nossos e merece todo o respeito. Do Estado, da Sociedade e de Todos os portugueses.

Estamos todos de acordo com o diagnóstico - agora - de que é preciso mais prevenção e mais capacidade de resposta no combate aos incêndios. Estamos de acordo de que é preciso uma política florestal correta. Que são necessários estruturas e instrumentos adequados para todas elas. Tudo bem.

Mas há um problema de fundo que é pouco aflorado: o abandono da economia do interior do país (de todo o país). O abandono da agricultura e do tratamento das terras, consequência nomeadamente das políticas agrícolas contratualizadas com a União Europeia. Políticas que, com os «fundos europeus», conduziram fatalmente ao abandona da prática agrícola e da exploração diversificada das potencialidades da Terra.

Em todo o país, incluindo o Algarve.

Com consequências, além de económicas, que conduziram ao abandono e desertificação do interior e à litoralização. Ficaram poucos e os mais velhos. Mesmo assim tivemos oportunidade de ver, pelas piores razões, imagens de muita atividade económica na agricultura e de dezenas de empresas dos mais variados setores.

Para além da solidariedade humana – que deve ser total – e das medidas técnicas e políticas que se tomem, que lições políticas e económicas, temos obrigação de tirar deste drama?

Para mim são claras: olhar de forma nova para o interior do país (de norte a sul, incluindo o Algarve), pensar de novo no aproveitamento dos recursos da TERRA, na agricultura, na agro-indústria, e claro na floresta e setores a ela ligados. É isso que gera emprego e fixa as pessoas. Veja-se só: Portugal importou 6,7 mil milhões de euros de «produtos agrícolas», e importou 2,7 mil milhões de euros de «produtos alimentares» (2016)! No conjunto destes setores Portugal teve em 2016 em relação a exportações, um Saldo negativo, em conjunto, de 3,5 mil milhões de euros, isto é 25% do saldo negativo total da Balança Comercial de Bens do país.

Não podemos produzir mais para consumo interno (importando menos) e para exportar mais?

Como empresário e cidadão considero que sim.
E aqui entra o Algarve. O Algarve tem um setor económico muito importante que é o Turismo, e que tudo devemos fazer para que assim continue, mas o Algarve tem outras potencialidades para que possui RECURSOS endógenos muito fortes e que não está a aproveitar.

Provêm do MAR e da TERRA.
Potencialidades que já foram, no passado, ao longo da nossa história e até há umas décadas recentes, os principais setores económicos da Região.

Assistiu-se a alguma recuperação destes setores nos últimos anos, mas com resultados ainda limitados.

O Algarve hoje importa produtos que já exportou em força, como Figos e Amêndoas e produtos provenientes de recursos do mar.

Temos que voltar a caminhar estas estradas.

E os governos têm de perceber - a sério - que têm de corrigir, com atos práticos, as suas estratégias e as suas políticas.

Os Recursos estão cá e as Empresas também.
 

Vítor Neto

Presidente da Direção do NERA

 


 

SEMINÁRIO

"AS NOVAS MEDIDAS DE COMBATE AO BRANQUEAMENTO DE CAPITAIS E AO FINANCIAMENTO DO TERRORISMO, O REGISTO CENTRAL DO BENEFICIÁRIO EFETIVO E A PROIBIÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS AO PORTADOR"

 Branqueamento de Capitais

LOCAL: AUDITÓRIO DO NERA

DIA: 15 DE NOVEMBRO DE 2017 - HORÁRIO: 14H00 - 18H00

Decorrido algum tempo desde a entrada em vigor das Novas Medidas de Combate ao Branqueamento de Capitais  e do Regime que proíbe as Ações ao Portador, e a dias da entrada em vigor do inovador Registo Central do Beneficiário Efetivo, importa detalhar as novas obrigações a que se encontram sujeitas as empresas no âmbito das referidas alterações legislativas, entender a medida em que afetarão o quotidiano das empresas e apresentar as soluções que devem ser implementadas no âmbito de cada um dos regimes em análise.

Neste sentido, o NERA em parceria com a Sociedade de Advogados PLMJ, irá promover a realização de um Seminário subordinado ao tema  “Novas Medidas de Combate ao Branqueamento de Capitais e ao Financiamento do Terrorismo, o Registo Central do Beneficiário Efetivo e a Proibição de Valores Mobiliários ao Portador”, onde serão discutidas algumas questões relacionadas com os novos regimes recentemente criados, e que tantas alterações implicarão no panorama empresarial português.

Este seminário terá como principal objetivo, clarificar os procedimentos que deverão passar a ser adotados pelas entidades visadas pelos novos regimes de transparência, dotando os participantes dos conhecimentos práticos necessários ao cumprimento das obrigações legais a que as empresas passam a estar vinculadas.

Este Seminário destina-se a todos os Administradores, Gerentes, Diretores-Gerais, Diretores Financeiros, Contabilistas, Advogados e demais interessados no tema.

Poderá ainda consultar o referido Programa e efetuar a sua inscrição acedendo ao sítio do NERA em www.nera.pt.

 


 

PLANO DE FORMAÇÃO "NÃO FINANCIADA" NERA 2017

 Plano de Formação 2016

O NERA – Associação Empresarial da Região do Algarve, na qualidade de entidade formadora certificada pela DGERT e pela APCER (ISO 9001), tem procurado, desde sempre, disponibilizar serviços de formação adaptados às necessidades de formação dos quadros das Empresas da Região do Algarve, contribuindo desta forma para o respetivo desenvolvimento e aumento da competitividade.

Com o propósito de continuar a dotar os recursos humanos da região das competências técnicas que lhes permitam um melhor desempenho profissional, aumentando a respetiva produtividade e consequentemente a competitividade das organizações onde estão inseridos, prosseguiremos no próximo mês de novembro de 2017 a execução do nosso Plano de Formação, apresentando algumas novidades.

Assim, no próximo mês de novembro contamos promover ainda as seguintes ações de formação:
- Finanças para Não Financeiros;
- Língua Inglesa Aplicada aos Negócios;
- Liderança e Motivação de Equipas;
- O Coaching – suas Funcionalidades;
- Vinhos de Portugal – Nível I;
- Prevenção de Incêndios e Evacuação de Edifícios;
- Técnicas de Venda;
- Transição ISO 9001-2015;
- Organização do Trabalho com Microsoft Outlook;
- Marketing nas Redes Sociais;
- Excel Avançado.

Poderá consultar o referido Plano de Formação e efetuar a sua inscrição nos vários cursos, acedendo à opção “Formação Profissional – Formação Não Financiada”, no sítio do NERA www.nera.pt ou então poderá contactar o Gabinete de Formação do NERA através dos seguintes contactos:

Tel.: 289 415 151
E-mail: gfo@nera.pt

 


 

FORMAÇÃO FINANCIADA - FORMAÇÃO MODULAR CERTIFICADA

(NOMEADAMENTE PARA TRABALHADORES DE MICROS E PEQUENAS EMPRESAS)

 Plano de Formação 2016

O NERA – Associação Empresarial da Região do Algarve, beneficiando do financiamento do CRESC Algarve 2020 | Portugal 2020, encontra-se a desenvolver o Projeto Formações Modulares Certificadas, nomeadamente, para trabalhadores de micro e pequenas empresas, que tem como objetivo melhorar a empregabilidade da população (desempregados, empregados, em particular empregados em risco de desemprego), através do desenvolvimento de competências para o mercado de trabalho.

Neste âmbito, o NERA irá realizar no próximo mês de novembro, nas suas instalações, as seguintes Ações de Formação Modulares Certificadas:

- Marketing – Centralidade no Cliente;
- Atendimento – Técnicas de Comunicação;
- Importância, Objetivos e Fundamentos de Segurança e saúde no Trabalho;
- Comércio Eletrónico e E-Business;
- Contabilidade – Princípios Contabilísticos;
- Profissional de Vendas – Funções e Competências;
- Gestão do Tempo e Organização do Trabalho;
- E-Direito.

A participação nas ações é gratuita.

Destinatários: Ativos empregados, com habilitações superiores ao 6.º ano,
colaboradores de micro ou pequenas empresas, ou ativos desempregados, detentores de habilitações escolares iguais ou superiores ao ensino secundário.

Documentos para inscrição (apenas se consideram as inscrições dos(as) candidatos(as) que apresentarem todos os documentos solicitados):
• Ficha de Pré-Inscrição (em Anexo).
• Declaração de Situação Face ao Emprego:

Empregados – Declaração a preencher pela empresa ou Declaração a preencher pelo(a) candidato(a).

Desempregados à procura de 1.º Emprego ou Desempregados, à procura de novo emprego – Não DLD (há menos de 1 ano) – Declaração de Inscrição no Centro de Emprego; ou Declaração da Segurança Social; ou Declaração do(a) candidato(a), quando não registado(a) no Serviço Público de Emprego.

Desempregados, à procura de novo emprego – DLD (há mais de um ano) - Declaração do Serviço Público de Emprego
• Certificado de Habilitações; ou Declaração Comprovativa de Habilitações Literárias
• Declaração da Junta de Freguesia comprovativa do Agregado Familiar; ou Declaração do(a) candidato(a) comprovativa de agregado familiar
• Documento bancário com IBAN, comprovando que o(a) candidato(a) é titular de Conta (para efeito de pagamento de Sub. Alimentação, quando aplicável)

Poderá consultar o referido Plano de Formação e efetuar a sua inscrição nas várias Formações Modulares Certificadas, acedendo à opção “Formação Profissional – Formação Co-Financiada”, no sítio do NERA www.nera.pt ou então poderá contactar o Gabinete de Formação do NERA através dos seguintes contactos:

Tel.: 289 415 151
E-mail: gfo@nera.pt


FMC - Logótipos 


 

PROJETO INTERNACIONALZAR + ALGARVE

NERA E UALG/CRIA ORGANIZAM MAIS DE UMA CENTENA DE REUNIÕES E CONTACTOS

EXPLORATÓRIOS COM CONSULTORES INTERNACIONAIS

Internacionalizar Algarve

Integradas no âmbito do Projeto Internacionalizar + Algarve, estas reuniões e contactos exploratórios com consultores internacionais realizaram-se nos passados dias 9 e 10 de outubro, nas instalações do NERA e no dia 11 de outubro, nos Paços do Concelho da Câmara Municipal de Vila do Bispo.

Nesta atividade participaram mais de 30 empresas, ligadas aos setores do Turismo e Lazer, Mar e Agroalimentar, oriundas dos territórios de baixa densidade do Algarve, que desta forma tiveram oportunidade de contactar com os consultores internacionais dos quatro mercados-alvo definidos no âmbito deste Projeto, nomeadamente, da Alemanha, da França, da Holanda e da Suécia.

Esta atividade permitiu ainda a preparação das visitas ao Algarve, agendadas para o próximo mês de novembro, dos prospetores internacionais oriundos dos referidos quatro mercados–alvo, bem como a realização de laboratórios de aceleração de projetos de internacionalização.

As referidas visitas dos prospetores internacionais ocorrerão em dois momentos diferentes, ou seja, entre os dias 7 e 9 de novembro, participarão nas mesmas as Empresas envolvidas neste Projeto, ligadas ao Setor do Turismo e Lazer e Mar; e entre os dias 21 e 23 de novembro, participarão nas mesmas as Empresas envolvidas neste Projeto, ligadas ao Setor Agroalimentar.

O Programa das visitas dos referidos prospetores internacionais será oportunamente disponibilizado no site do Projeto (https://internacionalizarmaisalgarve.pt/). De resto, as empresas localizadas nos territórios de baixa densidade do Algarve que tiverem interesse em participar nas próximas atividades deste Projeto e que ainda não se inscreveram no mesmo, poderão fazê-lo através do referido site, ou contactando o NERA ou a Universidade do Algarve.

O Projeto Internacionalizar + Algarve, encontra-se a ser desenvolvido pelo NERA – Associação Empresarial da Região do Algarve e pela Universidade do Algarve e beneficia do financiamento do CRESC Algarve 2020 | Portugal 2020 e dos Fundos Europeus Estruturais e de Investimento. Este Projeto tem como objetivo potenciar o sucesso da internacionalização das PME localizadas nos territórios de baixa densidade do Algarve, especialmente nos setores do Turismo e Lazer, Mar e Agroalimentar, procurando reforçar a notoriedade internacional da marca Algarve.

Internacionalizar  Algarve - Logótipos Financiamento

 


 

PERÍODO DE CANDIDATURAS AO PROGRAMA FORMALGARVE

IEFP Site 

Na sequência da publicação da Portaria n.º 339/2016, de 29 de dezembro, que institui o Programa FormAlgarve, enquanto programa específico que visa estimular a criação de emprego qualificado, assente na valorização das competências dos trabalhadores e em relações contratuais mais estáveis, que promovam a melhoria da competitividade e da produtividade dos setores mais afetados pela sazonalidade na região do Algarve, designadamente, a hotelaria, a restauração, o turismo, o comércio, os serviços às empresas e a construção civil, o IEFP,I.P. dará início a um novo período de candidatura/2017, de 1 de outubro a 31 de dezembro de 2017.

Neste Programa, poderão ser abrangidos trabalhadores sazonais, com contratos a prazo, de duração não inferior a 3 meses e cujo prazo de duração termine entre 1 de setembro e 31 de dezembro do corrente ano, desde que celebrem novo contrato de trabalho com a mesma entidade empregadora, por um prazo mínimo de 12 meses ou um contrato sem termo.

Os apoios financeiros a atribuir à entidade empregadora dependem do nível de qualificação dos trabalhadores a apoiar no âmbito do Programa, nos seguintes termos:
a) Para trabalhadores detentores de nível de qualificação igual ou superior ao nível 4 do QNQ pode ser atribuído um apoio à conversão de contratos de trabalho a termo certo ou a termo incerto em contratos sem termo;
b) Para trabalhadores detentores de nível de qualificação igual ou inferior ao nível 3 do QNQ pode ser atribuído um apoio à conversão de contratos de trabalho a termo certo ou a termo incerto em contratos sem termo, ou à renovação de contratos de trabalho a termo certo por um período mínimo de 12 meses.

O apoio financeiro a atribuir à entidade empregadora está ainda condicionado ao cumprimento, pela entidade, da obrigação de prestar formação aos trabalhadores apoiados, nos seguintes termos:
a) Formação profissional com a duração mínima de 50 horas para os trabalhadores com nível de qualificação igual ou superior ao nível 4 do QNQ;
b) Formação profissional complementar ao processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC) profissional, com vista à obtenção de uma qualificação para o exercício da profissão, tanto no caso de conversão como no caso de renovação do contrato de trabalho, a qual poderá ter uma duração variável decorrente do diagnóstico realizado no âmbito da intervenção do Centro Qualifica, para trabalhadores apoiados com nível de qualificação igual ou inferior ao nível 3 do QNQ;
c) Nos casos em que trabalhadores com nível de qualificação igual ou inferior ao nível 3 do QNQ não reúnam condições de encaminhamento para processo de RVCC profissional devem frequentar formação com uma carga horária mínima de 250h, nos termos previstos no regulamento e no âmbito dos percursos formativos constantes da oferta pública de formação.

O Programa prevê a existência de dois tidos de apoios financeiros às entidades empregadoras:

•  Apoios à contratação, no valor de nove vezes o valor do Indexante de Apoios Sociais (IAS), que em 2017 é de 421,32 €, por cada conversão do contrato de trabalho a termo certo ou a termo incerto em contrato sem termo. Já por cada renovação de contrato a termo certo, o apoio é de três vezes o valor do IAS. Estes apoios são, ainda, majorados em 10%, no caso de um empregador ser uma empresa com menos de 10 trabalhadores.

•  Apoios à formação profissional, o montante é de 75 euros, por cada 25 horas, chegando ao limite de 300 euros por trabalhador com nível de qualificação igual ou superior ao 4 do QNQ, no caso de se tratar de uma conversão de trabalho a termo certo para sem termo, ou de termo incerto para contrato sem termo. Este valor limite pode ser de 1200 euros por trabalhador apoiado, se este tiver o nível de qualificação igual ou inferior ao 3 do QNQ, e se se verificar a conversão do contrato de trabalho a termo certo ou incerto em contrato sem termo. Por fim, este apoio pode chegar até aos 900 euros por trabalhador com nível de qualificação igual ou inferior ao nível 3 do QNQ, no caso de se verificar a renovação do contrato de trabalho a termo certo.

As candidaturas podem ser apresentadas pelo empregador, no período referido – 1 de outubro a 31 de dezembro, na Delegação Regional do Algarve do IEFP, I.P., através do preenchimento do formulário de candidatura, disponível no portal www.iefp.pt, devendo o mesmo ser remetido para o endereço eletrónico formalgarve@iefp.pt e, simultaneamente, por correio, através de carta registada, para Rua Dr. Cândido Guerreiro, 45 – 1.º, 8000-318 Faro.

 


 

PORTUGAL SOU EU AUMENTA VENDAS E POSTOS DE TRABALHO NAS EMPRESAS ADERENTES

Logo Portugal Sou Eu 300

Um estudo revela que o programa Portugal Sou Eu tem um impacto positivo em mais de 80% das Empresas Aderentes, influenciando o aumento das vendas e criando postos de trabalho.

O estudo, conduzido por uma equipa de professores do ISEG - Lisbon School of Economics & Management (CEGE) da Universidade de Lisboa, revela que, globalmente, 78,4% das Empresas Aderentes inquiridas considera que teve benefícios com a adesão ao programa.

O estudo identificou que 82,6% das Empresas Aderentes consideram que as suas vendas beneficiam da adesão ao Portugal Sou Eu.

As Empresas Aderentes inquiridas reconhecem também benefícios ao nível da notoriedade e reconhecimento da origem do produto e da sua portugalidade, existindo, assim, uma clara consistência com as motivações para a adesão ao programa.

Em relação ao Selo Portugal Sou Eu, o estudo indica que cerca de 70% das Empresas Aderentes optam pela sua utilização em todos os produtos qualificados e 18,8% apenas em alguns dos produtos.

Em termos de avaliação global, mais de 80% das Empresas Aderentes sugerem melhorias ao nível da divulgação do programa e na promoção de networking entre as empresas.

A grande maioria, 93,5%, concordam com o desenvolvimento de oportunidades de negócio entre as Empresas Aderentes e 81% mostra interesse em integrar um programa de qualificação de fornecedores de grandes empresas.

Durante a conferência de apresentação do estudo, que decorreu no final da semana passada, as empresas tiveram ainda a oportunidade de assistir a uma sessão de coaching protagonizada pelo atleta olímpico Rui Bragança, campeão europeu universitário de Taekwondo, que fez uma palestra sobre 'Motivação, eficácia e produtividade'.

Portugal Sou Eu

O Portugal Sou Eu conta com 1.700 empresas inscritas e abrange mais de 5.400 produtos identificados com o Selo do programa, representando um volume de negócios agregado superior a 6,4 mil milhões de euros e mais de 12 mil postos de trabalho.

Cerca de 70% produtos com o Selo Portugal Sou Eu pertencem aos setores da Alimentação, Bebidas, Agricultura e Pescas e 50% das Empresas Aderentes localizam-se nos distritos do Porto, Braga, Bragança, Vila Real, Viseu e Guarda.

O Selo e o Estatuto Estabelecimento Aderente ajudam no reconhecimento e na valorização dos produtos e dos serviços de origem portuguesa, permitindo aos consumidores uma escolha informada.


 


 

REFORMAS ANTECIPADAS SEM CORTES

 

Foi recentemente publicado no Diário da República um regime especial de acesso antecipado à pensão de velhice para os beneficiários do regime geral de segurança social e do regime de proteção social convergente com muito longas carreiras contributivas.

O mesmo diploma, com efeitos reportados a 1 de outubro, procedeu, ainda, à eliminação da aplicação do fator de sustentabilidade às pensões de invalidez, no momento da respetiva convolação em pensão de velhice, prevendo-se igualmente que as pensões de invalidez adquirem a natureza de pensão de velhice a partir do mês seguinte àquele em que o pensionista atinge a idade normal de acesso à pensão de velhice em vigor.

Condições para ter acesso ao regime especial de pensão antecipada para carreiras muito longas:
- ter idade igual ou superior a 60 anos e pelo menos, 48 anos de contribuições;
- ter idade igual ou superior a 60 anos e 46 ou mais anos de contribuições e, cumulativamente, o primeiro desconto deve ter sido feito para o Regime Geral de Segurança Social ou para a Caixa Geral de Aposentações, antes dos 15 anos de idade.

1ª fase – Valorização das carreiras contributivas muito longas
Segundo o Governo, o regime de reforma antecipada por flexibilização encontra-se em fase adiantada de reavaliação com os parceiros sociais, no âmbito da Comissão Permanente de Concertação Social, sendo possível avançar com uma 1ª fase de valorização das muito longas carreiras contributivas e os trabalhadores que iniciaram a sua carreira contributiva muito novos, seguindo-se uma 2ª fase que permitirá implementar todo o regime de reformas antecipadas por flexibilização.

2ª fase - Regime de reformas antecipadas por flexibilização
Assim, numa 2ª fase, com a conclusão do processo de reavaliação do regime de flexibilização em sede de concertação social, será alterado o regime de reformas antecipadas por flexibilização dos beneficiários com 60 anos e carreiras contributivas iguais ou superiores a 40 anos.

 

 


 

 

CÂMARAS DE VIDEOVIGILÂNCIA

CONTROLO DA ATIVIDADE DO TRABALHADOR

 

O empregador não pode recorrer à utilização de meios de vigilância a distância (câmaras de vídeo) no local de trabalho, com a finalidade de controlar o desempenho profissional do trabalhador.

A utilização deste equipamento é lícita sempre que tenha por finalidade a proteção e segurança de pessoas e bens ou quando especiais exigências inerentes à natureza da atividade o justifiquem.

Nestes casos, o empregador informa o trabalhador sobre a existência e finalidade dos meios de vigilância utilizados, devendo nomeadamente afixar nos locais sujeitos o seguinte conteúdo, consoante os casos: “este local encontra-se sob vigilância de um circuito fechado de televisão” ou “este local encontra-se sob vigilância de um circuito fechado de televisão, procedendo-se à gravação de imagem e som”, seguido de símbolo identificativo.

A utilização de meios de vigilância à distância no local de trabalho está sujeita a autorização da Comissão Nacional de Proteção de Dados – CNPD.

Tal autorização só pode ser atribuída se a utilização dos meios for necessária, adequada e proporcional aos objetivos a atingir.

Os dados pessoais recolhidos através das câmaras de videovigilância são conservados durante o tempo necessário para as finalidades da utilização a que se destinam, devendo ser destruídos no momento da transferência do trabalhador para outro local de trabalho ou da cessação do respetivo contrato de trabalho. A violação destas regras constitui contraordenação grave.
O pedido de autorização à CNPD deve ser acompanhado de parecer da comissão de trabalhadores (caso exista) ou, não tendo este sido emitido 10 dias após a consulta, de comprovativo do pedido de parecer. (Código do Trabalho, Artigos 20º e 21º).

 

  


 
Divulgação:

Para que possa lançar, expandir ou rentabilizar a atividade da sua empresa, o NERA , para além de todos osserviços e apoios que tem vindo a prestar aos empresários da Região, ou aos que aqui se pretendem instalar,dispõe de um serviço de aluguer/cessão de uso de salas e espaços variados, situadas no seu Centro Empresarial de Negócios.

As salas/ espaços poderão ser arrendadas por períodos variáveis, desde por horas ou dias a mensal, anual ou plurianualmente.

O uso de qualquer destes espaços traz consigo vantagens adicionais, como:
- inserção num espaço comum de múltiplas utilizações e não isolado;
- uso imediato de energia e água;
- possibilidade de acesso a serviços diversificados, como: fotocópias, fax, mail, gestão de correspondência ou contactos, etc.;
- integração no núcleo da NERA, onde encontra disponibilidade do uso ocasional de espaços e serviços, entre os quais salas para reuniões, apresentações de produtos ou formação, salas de congressos,organização de eventos, secretariado, aluguer de mobiliário, etc.;

Também disponibilizamos serviços de sediação de empresas e gestão de contactos.

 

O NERA em parceria com a PLMJ – Sociedade de Advogados, R.L., irá realizar no dia 30 de setembro, pelas 14 horas, no Auditório do NERA, o seminário subordinado ao tema “Alojamento Local”, tendo como principal objetivo o esclarecimento dos princípios e das regras aplicáveis ao alojamento local.

 

O Programa deste seminário, bem como a respetiva Ficha de Inscrição e as informações técnicas necessárias irão encontrar-se, brevemente, disponíveis no site do NERA em www.nera.pt.

 

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